Por este motivo o blog "Os Fios da Memória" desenvolvido por ele não será mais atualizado.
Muitas são as memórias que serão aqui relatadas. A maioria delas têm relação com minha atuação como engenheiro agrônomo em Taquarituba, município do interior do Estado de São Paulo, num período de 35 anos. Embora a agricultura seja o foco principal do blog, procuro inserir também informações históricas, sociais e econômicas a respeito deste município.
quarta-feira, 9 de novembro de 2022
segunda-feira, 14 de setembro de 2015
quarta-feira, 12 de agosto de 2015
Visita de Antonio Rodrigues Filho (vice governador de São Paulo) à Taquarituba - final da década de 1960
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| Lançamento da pedra fundamental dos silo e armazém da Ceagesp - Taquarituba, 1969 |
Taquarituba foi o primeiro em município sem estrada de ferro, com silos da Ceagesp, para armazenar pincipalmente milho, seu principal produto agrícola na época.
Dia de campo - curso de tratorista- CATI-Dizimag, Taquarituba - set de 1974
Este curso foi realizado pela Casa de Agricultura de Taquarituba em colaboração com a Dizimag de Laranjal Paulista na década de 1970. Participaram filhos de agricultores que tinham adquirido seus tratores naquele ano.
O curso tratou da manutenção e funcionamento de tratores e regulagem de outras máquinas agrícolas.
A parte teórica foi realizada na Casa da Agricultura e a parte prática no sítio Queimadão de Francisco Zé da Silva.
segunda-feira, 16 de março de 2015
Excursão agricultores, Taquarituba, SP (1963-64)
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Visita ao IBECC-IRI localizado em Matão, SP, onde os agricultores-pecuaristas foram conhecer uma nova variedade de capim denominado "pangola" que mostrava ser promissor e viram também outras variedades bem como as leguminosas forrageiras.
O engenheiro agronômo Alaor Menegário (do Dextru-DOT, Cati, Campinas) mostra aos participantes - produtores e engenheiros agronômos uma planta de soja perene. A seu lado está o dr. Metcalf vendo a demonstração feita por Menegário aos pecuaristas sobre os benefícios do consórcio pangola-soja perene no início da campanha do pasto consorciado em São Paulo, PDV-CATI e divulgado pelas Casas da Lavoura (Da Agricultura) no Estado de São Paulo.
Mecalf era pesquisador em pastagens consorciadas e diretor do IBECC-IRI de Matão na ocasião.
sábado, 13 de setembro de 2014
No início da década de 1960 (62/63) eu atendia e prestava assistência técnica para agricultores de vários municípios como Taguaí, Itaí, Coronel Macedo, Paranapanema, etc. As vezes
três ou quatro vezes por semana, inclusive prestando serviços de inspeção
e avaliação e projeto para o Banespa S.A., banco financiador da
agropecuária de São Paulo na época.
A respeito desta época, o engenheiro agrônomo Osvaldo Castelucci lembrou que após chegar à cidade por estrada de terra, e que na
época das chuvas tornavam-se intransitáveis, atendia aos agricultores, e também
atendia o município de Fartura, distante 35 km. de distância, percorrida com
uma perua Kombi, do Plano de Ação de Carvalho Pinto. Fazia também a previsão
de safras do Instituto de Economia Agrícola, e ao fazer a primeira, notou que
as estimativas de produção e produtividade estavam superestimadas e rebaixou as
produções de milho e feijão, principais culturas da época, para a metade do estimado pelo engenheiro agrônomo
anterior.
As estimativas
seguiram para o I.E.Agrícola, e logo ele recebeu um pedido de explicação do
Delegado Agrícola - eng. agro. Charles Michel Hawthorne - e do supervisor
agrícola - eng. agro. Bastilio Ovidio Tardivo, de Avaré -para confirmar a
estimativa anterior ou retificá-la. Ele não ratificou e voltou a colocar os
dados sem revisão, segundo seu
conhecimento da realidade da zona rural de Fartura.
O diretor do DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO VEGETAL , eng. agro.
Homem de Mello, chamou-o à São Paulo, pedindo explicações e disse que o engo.Castelucci
sabia do prestígio, do eng. agrônomo, anterior e pediu ao mesmo para reestimar
e retificar a produtividade da
produtividade anotada anteriormente, pelo regional anterior.
Castelucci disse-lhe: “A minha
estimativa eu assino, a anterior eu não assino.” E para confirmar o
que falava e estimava, contou que o agricultor de lá vivia em casa de pau a pique, coberta com sapé, sem água encanada, bebendo em água de mina, passando café duas a três vezes
no mesmo coador, com o mesmo pó”, perguntou” ao Diretor: Com esta produção e produtividade do
agrônomo anterior o agricultor moraria em casa de sapé, sem carro, sem luz e
força, e sem condução para vir à cidade, usando somente carroções, tipo
colonial !!! , deixando o Diretor o PDV (Departamento de Produção Vegetal) Homem de Mello espantado.
Homem de Mello então concordou e a
estimativa do regional Osvaldo Castelucci foi considerada válida,
provando que quem tem "o pé no chão” tem poucas chances de
errar!!.
quinta-feira, 12 de junho de 2014
Produtividade recorde de milho e feijão!
Produtividade
recorde de milho e feijão foram obtidas por agricultores do município
de Taquarituba na safra agrícola 2001/2002, em lavaouras comuns e
irrigadas, em pequenas e grandes áreas, graças ao clima favorável, à
assistência técnica e ao crédito rural orientado do Banco do
Brasil. Muitos produtores alcançaram produtividade nunca antes obtidas
com a adoção de novas técnicas de adubação para altas produtividades,
irrigação onde não ocorreram chuvas, sementes de alta qualidade genética
e resistência à pragas e doenças na cultura do feijoeiro e novos
híbridos de milho de alta produtividade e resistência à doenças e
pragas, além do uso de herbicidas no majejo de ervas daninhas, que
aumentaram a produção à niveis difíceis de serem alcançados em anos
normais, sem a irrigação ou mesmo com ela.
Na
safra de feijão das águas, plantada em agosto e setembro e colhida em
novembro e dezembro, a produtividade foi ótima para a maioria dos
produtores do município, em lugares onde o clima foi normal, não ocorreu
o veranico e a temperatura noturna foi baixa, como na lavoura do
agricultor José Vicente Moreira, no bairro dos Campos, que produziu
52,89 sacos por hectare ou 128 sacos por alqueire, e também o agricultor
Joaquim Dias, do bairro Soares, que produziu a média de 65,29 sacos por
hectare ou 158 por alqueire, do cultivar Campeão II e usando 500 quilos
de adubo Serrana 4-20-12 mais micronutrientes e adubação em cobertura
de duas vezes de 100 quilos de ureia por hectare aos 25 e 50 dias de
idade do feijoeiro, em plantio convencional.
No
plantio direto, isto é, plantar sem arar e gradear, as produções foram
maiores que o plantio convencional, como era de se esperar como foi a
cultura de José Edvard Belei, do bairro Queimadão, que fez testes de
diversos manejos do solo, para o plantio do feijoeiro, onde no preparo
com o Triton, pós plantio do milho, produziu 57,85 sacos por hectare ou
140 por alqueire, usando grade de disco pesada a produção foi de 41,74
sacos por hectare ou 130 por alqueire, mostrando que o melhor manejo do
solo é o uso de herbicida pós colheita e sem nenhuma movimentação, como o
próprio nome indica "plantio direto" e preconizada por todos os Clubes
da Minhoca, onde o revolvimento do solo é uma heresia, um crime.
As
plantações do feijoeiro irrigadas nesta safra não tiveram produções
muito mais altas do que as sem irrigação devido ao clima, como
aconteceu com a cultura do senhor Luiz Carlos Benini, no bairro Barreiro
e Ribeirão Bonito, que produziu 57,95 sacos por hectare ou 140 por
alqueire, com o cultivar II, plantado em agosto, irrigado com
pivôt central, adubado com 413 quilos por hectare de 8-28-16, mais
micronutrientes e a adubação em cobertura, duas vezes de 125 quilos por
hectare de nitrato de amônio aos 25 e 50 dias de idade do feijoeiro.
A
produtividade de milho não irrigada, mas com adubação racional e bom
manejo do solo, uso de herbicidas e híbridos de alta produtividade,
tiveram produções muito boas, como a de Reinaldo Gomes, do bairro Muniz,
que colheu 136,6 sacos por hectare ou 330 por alqueire de milho
Agroceres 3010, plantado em dezembro de 2000, e de Issao Ando, de
Coronel Macedo, que produziu 157 sacos por hectare ou 380 por alqueire
plantando o milho Ag. 3010, em outubro de 2000 e 350 sacos por alqueire
plantando em fevereiro de 2001, mostrando que anualmente as firmas
produtores de sementes, principalmente as de milho,
tem cultivares e híbridos de alta produtividade e para plantios o ano
inteiro, desde que não ocorram geadas, além de servirem para diferentes
finalidades, como o milho verde, a ração, produtos industrializados,
enfim, milho para mil e uma utilidades.
___________________
Fonte: Jornal "O MOMENTO" - registrando nossa história
Taquarituba, 30 de janeiro de
2002
quarta-feira, 22 de janeiro de 2014
A INTERAÇÃO da PESQUISA E EXTENSÃO RURAL: um caso
A extensão rural ou qualquer nome que se dê ao ensino ou transferência de tecnologia ao homem do campo, seja ela ao pequeno produtor, assentado, ou empresário rural, passou por diversas mudanças técnicas, e estruturais. O que não mudou através dos tempos foi o uso de testes, experimentos, e ensaios cooperativos com a pesquisa agronômica para provocar mudanças tecnológicas no campo e melhorar o nível de vida das populações rurais e através do aumento da produtividade dos produtos agropecuários.
A Casa da Agricultura de Taquarituba, S.P., com seus técnicos e auxiliares realizaram, usando o sistema cooperativo ensaios e experimentos nas fazendas e sítios do município de Taquarituba e em propriedades de Coronel Macedo, durante trinta e cinco anos.
Durante estes trinta e cinco anos com algumas interrupções (licença prêmio e acidente) foram realizados 15 experimentos de cultivares de feijoeiro, três de milho, um de arroz, um de ervilha e um de culturas de inverno, dois de trigo em conjunto com o Instituto Agronômico de Campinas, e o Dextru (Departamento de Extensão Rural) depois mudado para DOT (Dep. de Orientação Técnica), oito ensaios de testes com defensivos para feijão, três de algodão, e cinco de milho, além de campo de observação de crotalária, leguminosas forrageiras (soja perene, e lab-lab).O uso de testes de controle de pragas em algodão, pragas e doenças em feijoeiro e em cafeeiro foram uma forma de conhecer o funcionamento e o os níveis de controle de defensivo nas culturas.
Quando do aparecimento da ferrugem no cafeeiro na década de setenta foram montados um campo de observação de variedades de café resistentes à ferrugem (IAC). Também foram feitos oito testes de defensivos em laranjeiras em colaboração com o Instituto Biológico de São Paulo e a pedido do mesmo e um campo de observação de controle de nematóide com o uso de “manapueira”(“água de lavagem de mandioca brava”) em laranjeira pêra/natal.
Foram realizados também ensaio de herbicidas em algodão, feijoeiro(IAC e CNPAF), milho, citrus e cafeeiro, e os testes de variedades de ervilha para enlatar, grão de bico, lentilha(CNPH), que foram pioneiros em São Paulo.
Com o Instituto de Economia Agrícola de S. Paulo, foram realizados cinco levantamentos de produção de milho, nove levantamentos de custo de produção de feijão, e um custo de produção de laranja, com a participação nossa ou de nossos auxiliares.
Foram montados quinze experimentos de cultivares de feijão em parceria com o IAC; Instituto Agronômico de Campinas, e cinco do CNPAF(Centro Nacional de Pesquisa de Arroz e Feijão), um campo de observação de cultivares de hortaliças/leguminosas, com o CNPH (Centro Nacional de Pesquisas de Hortaliças), cinco testes de reguladores de crescimento de algodão(cloreto de mepiquat;Pix) e em soja, vinte iscas de controles (de ferohormônio ) de “alerta” do bicudo do algodoeiro,(da Secretaria de Agricultura) e cinco para o controle da lagarta rosada do algodoeiro (nomate fw,da Albany) cinco campos de observação de controle de ervas daninhas do algodoeiro (treflan, trifluralina, Planavin), seis campos de demonstração/observação de controle de ervas daninhas do feijoeiro(treflan, ,trifluralina, pramato, flex, fusilade, Post, Basagran,etc.), em cooperação com os institutos de pesquisa ou firmas particulares produtoras desses insumos .
Periodicamente foram realizados levantamentos de custo de produção da cultura do milho no final dos anos sessenta junto com Instituto de Economia Agrícola de São Paulo; do custo do algodão no início dos anos setenta; do custo da produção do cafeeiro nos anos setenta, e vários custos de produção de feijoeiro nos anos oitenta e noventa, a pedido da Secretaria ou de outros órgãos estaduais e federais (CFP, etc.) de controle de preços.
Os ensaios e experimentos foram “montados” em fazendas e sítios de produtores sem ônus para o Estado, e estes sempre o faziam com nossa colaboração de auxiliares técnicos e quase todas as operações desde o plantio até a colheita-pesagem, e algumas vezes até a determinação da umidade das amostras colhidas (nos experimentos) no Posto de Sementes de Avaré para igualar a umidade padrão e comparar as produções dos campos de observação e demonstração.
Alem do Estado, dos produtores a firmas de insumos agropecuários colaboravam no planejamento, na condução, e também com o pagamento de muitas despesas realizadas para a montagem e condução de experimentos e ensaios, não só para o lançamento de novos produtos, cultivares como também na cessão de materiais equipamentos e logística. A eles a gratidão de todos que trabalham na assistência técnica ao produtor rural.
As firmas particulares que colaboraram com as pesquisas doando materiais mão de obra, e muitas vezes arcando com as despesas de condução de campos experimentais, de cursos, de campos demonstrativos, etc. foram: a Sandoz, a Bayer, a Elanco, a Hokko,a Basf, a Ihara e Iharabras, Ciba-Geygi, a Albany, a Basf, a Ultrafértil, a Solorico, a Cotia (Cooperativa Agrícola de Cotia), a Cooperativa Central de Campinas, a Coreata (Cooperativa Regional de Taquarituba), a Copas, Fosfato de Araxá, o adubos Yorin, a Manah, a CBA (Cia.Brasileira de Adubos), Calcário Gobo, Gesso da Ultrafértil de Cubatão; as novas firmas de defensivos (Novartis, Syngenta, Monsanto, etc); as de adubos foliares (Copas foliar, Ubyfol, Basf); as de sementes (Agroceres, depois Monsanto, a Cargill, a Pioneer, a Petoseed, a Kave sementes) e as de máquinas agrícolas, como a CBT, a Masey, a Masey-Ferguson, a Valmet, a Ford Tatores; Beneficiadoras/arrancadoras de feijão: a Laredo e a Cemag: Ceará Maquinas agrícolas, e a Jacto de maquinas agrícolas(pulverizadoras e colheitadeiras de café, etc.), e outras que com o passar do tempo ...
Todas estas firmas, mais as revendedoras de Taquarituba, foram e algumas ainda seriam e são fatores importantes na divulgação, na aceitação e no uso de produtos que aumentaram a produtividade, e desse modo concorrem para o desenvolvimento econômico e social do município e região, na área de agricultura e serviços.
terça-feira, 22 de outubro de 2013
Projeto de produção de ervilhas para enlatamento
No ano agrícola 1985-1986 houve perdas muito grandes dos agricultores com o feijão das secas por causa do mosaico dourado e procuramos uma alternativa agrícola para minimizar essas perdas. Enviamos a notícia para o jornal O Estado de São Paulo e o engenheiro agrônomo da Kave Sementes de Ribeirão Preto, após ler meu artigo, propôs desenvolvermos um projeto que havia apresentado à firma de enlatados Steiner S.A. de Joinvile (Santa Catarina). Ele propôs a multiplicação de sementes que tinha em pequena quantidade para iniciarmos o projeto. Aceitamos porque esta era a única alternativa uma vez que os agricultores já haviam iniciado os projetos de irrigação.
O projeto reidratação e enlatamento de ervilhas, que contou com apoio da Casa de Agricultura de Taquarituba, foi financiado pela Steiner S.A e executado pela Kave Sementes de Ribeirão Preto tinha por objetivo produzir ervilhas secas para reidratar e evitar a importação. Na época toda ervilha era importada (aproximadamente 40 toneladas) e ficávamos "presos" à alta de preços do mercado internacional.
O projeto reidratação e enlatamento de ervilhas, que contou com apoio da Casa de Agricultura de Taquarituba, foi financiado pela Steiner S.A e executado pela Kave Sementes de Ribeirão Preto tinha por objetivo produzir ervilhas secas para reidratar e evitar a importação. Na época toda ervilha era importada (aproximadamente 40 toneladas) e ficávamos "presos" à alta de preços do mercado internacional.
Inicialmente conseguimos quatro agricultores para multiplicar (inverno de 1986) as sementes originadas do CNPH (Centro Nacional de pesquisas de hortaliças) que era o órgão de pesquisa da Embrapa (localizada no Distrito Federal/Goiás). Após a multiplicação e a secagem as ervilhas eram levadas para Piedade, município da Grande São Paulo, para beneficiar e classificar. Depois retornavam a Taquarituba para novos plantios.
Além disso, no inverno de 1987 contatamos, nos municípios de Taquarituba, Piraju, Itaí, Coronel Macedo,Taguaí, Paranapanema e Itaberá, agricultores que possuíam sistema de irrigação para participar deste projeto de produção de ervilha para reidratação e enlatamento.
Participaram deste projeto 23 agricultores na safra de inverno de 1987, sendo a maior parte dos agricultores de Taquarituba.
Eles dependiam da logística, assistência técnica, avaliação, controle da produção, preparo do produto (transporte, limpeza, secagem a 13o.ur.), ensacamento, estocagem, desinfecção e transporte para envio as indústrias.
Entre os produtores-parceiros estavam: Constante Pavan e outros, João Balassoni, Luigi Guerra, E.Fabrocini, Julio, Sunichi Nishioka, Paulo Pulz, e outros
terça-feira, 24 de setembro de 2013
Modernização na Fazenda Matão, Taquarituba- SP
Em 1963, o Osvaldo Castelucci comprou em Santa Bárbara do Oeste uma plantadeira de duas linhas,
marca SANS. A
caminhonete que a transportava estacionou em frente o Bar e Pensão do Alher, na
Praça São Roque, provocando grande curiosidade. Atraiu uma multidão que foi vê-la enquanto que o motorista esperava a chegada do Osvaldo que estava na Fazenda Matão.
Um falava que a
plantadeira não funcionaria na terra roxa, outro falava que os "tocos" impediriam
o plantio. Enfim, muitas crendices foram mencionadas neste dia, inclusive o dr.Jayme Gomes dizia que a terra roxa
era muito "pesada" e que a máquina não funcionaria. No dia seguinte ela foi levada à Fazenda Matão e após ser regulada foram plantados 12
hectares (5alqueires) de cereais no primeiro dia de serviço!!
Para plantar 5 alqueires ou 12 hectares eram necessários cinco dias de
serviço de dois homens, dois animais, ou de 30 homens dia com plantadeira manual
ou "catracas"(ou matracas).
A partir de então diversos agricultores começaram a ver na
modernização um meio de mudar a técnica de produção do cereal, começando
inicialmente com plantadeiras a tração animal no início dos anos setenta,
geralmente marca "Sans" e, depois no final dos anos setenta, usar a tração mecânica para produzir o cereal básico e importante para o município e
região.
quinta-feira, 8 de agosto de 2013
Cultura do algodão na propriedade de Pedro José de Almeida
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| Propriedade de Pedro Almeida, 1998 |
Cultura de algodão da variedade IAC-20, com
produtividade de 150 arrobas por ha.(2.250 kg./ha), usando o manejo integrado de
pragas (MIP) adaptado para o controle de bicudo (antonomus grandis?) do algodoeiro safra 1997/98, plantado em
solo latossol vermelho escuro, pH corrigido.
A propriedade é de Pedro José de Almeida,
agricultor e industrial (olaria de tijolos/telhas).
Controle de pragas no plantio de tomate
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| Propriedade de Valter Bergamo, Taquarituba, SP, 1998 |
Na foto pode-se ver a isca luminosa para atração de mariposas da lagartas dos frutos de tomate. A isca luminosa é uma composta por uma lâmpada e um balde de plástico com água e detergente para controlar a broca
pequena e grande do tomateiro (e outras lagartas) servindo também como estratégia
para o manejo integrado de pragas, do tomateiro, diminuindo o uso de defensivos,
seu custo de produção e a contaminação do meio ambiente.
sexta-feira, 12 de julho de 2013
sexta-feira, 28 de junho de 2013
Apresentação de flautistas
sábado, 8 de junho de 2013
Visita de pesquisadores do CNPH à cultura de ervilha em Itaí, década de 1980
Pesquisadores do CNPH (Centro Nacional de Pesquisas de Hortaliças )de Brasilia, DF, percorrem
as culturas de ervilha (variedades Triofin e a Mikado) para reidratar em Itai, S.P., bairro Machula, ano agrícola 1985/86(?) do produtor Bruno Daineze.
Notar que a cultura é irrigada e os pés de ervilha estão praticamente eretos, mas não o suficiente para serem colhidos com colheitadeira.Elas foram arrancadas e depois beneficiadas com debulhadeiras adaptadas que eram usadas para beneficiar feijão.
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