Á direita, José Norival Augusti e à esquerda técnico agrícola . A foto mostra a avaliação de danos de granizo (chuva de pedras) em cultura do algodoeiro, na Fazenda Pinhal, de propriedade da familia Pavan, bairro Pinhal, no ano agrícola 1974/75, para indenização do seguro Cosesp, avaliado pelo engenheiro agrônomo da companhia seguradora (na foto). O Campo de algodão tinha contrato de produção de Sementes com o Posto de Sementes Avaré,S.P.
Muitas são as memórias que serão aqui relatadas. A maioria delas têm relação com minha atuação como engenheiro agrônomo em Taquarituba, município do interior do Estado de São Paulo, num período de 35 anos. Embora a agricultura seja o foco principal do blog, procuro inserir também informações históricas, sociais e econômicas a respeito deste município.
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
Escola Estadual José Penna
Primeiro ginásio estadual do município, foi criado em primeiro de outubro de 1957, pela lei estadual 4205, pelo deputado estadual Roberto C. de Abreu Sodré, sancionada e construída pelo governador Jânio Quadros. Funcionava na rua Floriano Peixoto 989 e seu primeiro diretor foi Osvaldo B. Contruccci. Começou a funcionar em 4 de Fevereiro de 1958 com 74 alunos no exame de admissão, sendo 62 aprovados. Consuelo Gonçalves foi responsável pela aula inaugural.
Na década de sessenta foi diretor da escola o professor e depois advogado José Carvalho.
O Ginásio Estadual José Penna foi um dos primeiros ginásios da região. No ano de 1963 foi criada e formalizada a 1ª. Feira de Ciências de Taquarituba pelo prof. Guido Dias de Almeida, e, em 1964, a 2ª Feira. Foi a primeira escola estadual a usar deste método de ensino no curso de Ciências no Estado de São Paulo e que depois se espalhou por todo o Brasil. O diretor da Escola era o professor José Pires de Carvalho que incentivou e possibilitou estas atividades.
A diretora em 2005 era a prof. Cristina Zacaro Corvileo. Neste ano a escola contava com 1.228 alunos, em 33 classes, sendo 18 classes do Ensino Médio.
Em 1963 a escola passou a funcionar num prédio novo rua Cel. João Quintino 513 .
Na década de sessenta foi diretor da escola o professor e depois advogado José Carvalho.
O Ginásio Estadual José Penna foi um dos primeiros ginásios da região. No ano de 1963 foi criada e formalizada a 1ª. Feira de Ciências de Taquarituba pelo prof. Guido Dias de Almeida, e, em 1964, a 2ª Feira. Foi a primeira escola estadual a usar deste método de ensino no curso de Ciências no Estado de São Paulo e que depois se espalhou por todo o Brasil. O diretor da Escola era o professor José Pires de Carvalho que incentivou e possibilitou estas atividades.
A diretora em 2005 era a prof. Cristina Zacaro Corvileo. Neste ano a escola contava com 1.228 alunos, em 33 classes, sendo 18 classes do Ensino Médio.
Em 1963 a escola passou a funcionar num prédio novo rua Cel. João Quintino 513 .
Atualmente Escola Estadual José Penna está localizada na Rua 24 de Dezembro 559.
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
I Festcam de Taquarituba
I Festcam, primeiro Festival Taquaritubense da Canção, foi promovido pelo Fundo Social de Solidariedade do município que era presidido por Elizabeth de Souza Milleo.
Durante o período do festival foram montadas barracas de alimentos e bebidas em frente da Igreja de São Roque, na semana de 6 a 14 de junho de 2000, com renda total líquida revertida à Santa Casa de Misericórdia. Participaram do Festival: “Os intocáveis”, “Os trovadores”, Cristian e Cristiano, Dione, Juliano e Rafael e os taquaritubenses da família Gomes Matheus e Lucas, com Churrasco e Leilão de Prendas no encerramento que rendeu R$10.549,86 à Santa Casa. (O Momento, 12 de julho de 2000)
Durante o período do festival foram montadas barracas de alimentos e bebidas em frente da Igreja de São Roque, na semana de 6 a 14 de junho de 2000, com renda total líquida revertida à Santa Casa de Misericórdia. Participaram do Festival: “Os intocáveis”, “Os trovadores”, Cristian e Cristiano, Dione, Juliano e Rafael e os taquaritubenses da família Gomes Matheus e Lucas, com Churrasco e Leilão de Prendas no encerramento que rendeu R$10.549,86 à Santa Casa. (O Momento, 12 de julho de 2000)
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Teatro Municipal de Taquarituba
Em 1997, Marcos Mendonça (PSDB), quando era Secretário da Cultura de São Paulo, sugeriu que Dr. Miderson Milléo (PSDB), então prefeito municipal de Taquarituba, pleiteasse verba para a construção de um teatro usando a Lei Rouanet de incentivo à cultura.
Sergio Mota (PSDB), na época que era ministro das Comunicações, também sugeriu para dr. Miderson usar a Lei Rouanet de incentivo à Cultura para captar recursos e construir um Teatro Municipal. Assim, a vereadora Elisabete de S. Milleo (Betinha) conseguiu uma verba de $300.000,00 para adquirir o terreno para a construção do teatro e, depois, dr. Miderson conseguiu mais uma verba de $300.000,00 para o desenvolvimento do projeto arquitetônico, elétrico, hidráulico e acústico. O deputado Arnaldo Madeira (PSDB) e o deputado estadual Edson Aparecido (PSDB) conseguiram R$260.000,00 (200+60) através da Secretaria da Cultura e uma contrapartida de $260.000,00 da Prefeitura Municipal de Taquarituba para complementar as obras iniciadas no ano. Com a morte do político Sérgio Motta e a privatização da Telesp, houve novo enquadramento e a captação de recursos passou a ser feita pela “Telefônica” (empresa internacional) na segunda gestão (2001-2004) do Dr. Miderson.
Essa lei também foi usada por outros 12 doze municípios para apoiar projetos culturais.
Sergio Mota (PSDB), na época que era ministro das Comunicações, também sugeriu para dr. Miderson usar a Lei Rouanet de incentivo à Cultura para captar recursos e construir um Teatro Municipal. Assim, a vereadora Elisabete de S. Milleo (Betinha) conseguiu uma verba de $300.000,00 para adquirir o terreno para a construção do teatro e, depois, dr. Miderson conseguiu mais uma verba de $300.000,00 para o desenvolvimento do projeto arquitetônico, elétrico, hidráulico e acústico. O deputado Arnaldo Madeira (PSDB) e o deputado estadual Edson Aparecido (PSDB) conseguiram R$260.000,00 (200+60) através da Secretaria da Cultura e uma contrapartida de $260.000,00 da Prefeitura Municipal de Taquarituba para complementar as obras iniciadas no ano. Com a morte do político Sérgio Motta e a privatização da Telesp, houve novo enquadramento e a captação de recursos passou a ser feita pela “Telefônica” (empresa internacional) na segunda gestão (2001-2004) do Dr. Miderson.
Essa lei também foi usada por outros 12 doze municípios para apoiar projetos culturais.
O teatro localiza-se no Centro Cultural Lourenço Custódio, entre as Avenidas Nove de Julho e a Coronel João Quintino.
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
Doença do milho na década de 1970
Entre final de 1971 e início de 1972, no Estado de São Paulo e, portanto, também em Taquarituba,S.P, ocorreu um ataque de uma doença do milho (Helmintosporium maydis, var. turcicum) conhecida como "requeima do milho". Esta doença ainda não tinha ocorrido no Estado de São Paulo e no país e as variedades brasileiras não tinham resistência à raça T (Turcicum) deste fungo.
Foi nesse contexto que a Secretaria de Agricultura de S.P. suspendeu a venda de sementes de híbridos e as Sementes Avaré, pertencente a Dante Tezza, vendeu um pequeno estoque de sementes resistentes que ainda tinha em seu poder. Entretanto, a Secretaria de Agricultura de S.P. vendeu algumas variedades não híbridas, pois o Instituto Agronômico somente produzia as sementes básicas (não tinham resistência) que eram todas suceptíveis a esta doença.
As firmas de sementes de milho, Agroceres e depois a Cargil, produziram depois de dois anos sementes resistentes à "requeima da raça T" do fungo dominando o mercado de semestes de milhos híbridos. Foi assim que a Secretaria da Agricultura perdeu o "monopólio" da venda de semente de MILHO do mercado em São Paulo.
Foi nesse contexto que a Secretaria de Agricultura de S.P. suspendeu a venda de sementes de híbridos e as Sementes Avaré, pertencente a Dante Tezza, vendeu um pequeno estoque de sementes resistentes que ainda tinha em seu poder. Entretanto, a Secretaria de Agricultura de S.P. vendeu algumas variedades não híbridas, pois o Instituto Agronômico somente produzia as sementes básicas (não tinham resistência) que eram todas suceptíveis a esta doença.
As firmas de sementes de milho, Agroceres e depois a Cargil, produziram depois de dois anos sementes resistentes à "requeima da raça T" do fungo dominando o mercado de semestes de milhos híbridos. Foi assim que a Secretaria da Agricultura perdeu o "monopólio" da venda de semente de MILHO do mercado em São Paulo.
Assinar:
Postagens (Atom)
