quinta-feira, 23 de maio de 2013

Relato de viagens e trabalho realizado durante período de férias e licença-prêmio

Trabalho de assistência técnica na firma de defensivos agrícolas - Sandoz agroquímicos - numa licença prêmio durante as férias e a licença prêmio de outubro de 1971 a fevereiro de 1972.

 Após uma conversa com o diretor da Sandoz Agroquimicos numa de suas  propriedades em Itaí,S.P., aceitei trabalhar nesta empresa. Fui então contratado para trabalhar nas filiais da firma, que tanto podia ser em São Paulo, como no Paraná, numa licença prêmio e ferias, que começaria em out.71 e término em fev.72.
 A princípio foi estabelecido que trabalharíamos "assistindo" tecnicamente aos vendedores de defensivos agrícolas prestando assistência técnica aos produtores de algodão e outras culturas quando solicitadas por vendedores de várias regiões do Paraná, principalmente a uva itália que começava a ter expressão no norte velho do Paraná. Depois de um tempo eu iria para a filial de Araçatuba.
 Começei inicialmente a prestar assistência a produtores de algodão que usavam a semente "tratada" com Frumin Al (disulfoton) mais tillex (fosforado mais mercurial), assistindo diversos cotonicultores  do norte do Paraná até Umuarama, município que naquela época plantava muito algodão, até 2420 hectares com meeiros.Também havia plantadores de amendoim na região de Umuarama.
Acompanhei a recomendação e venda de inseticidas para algodão com os vendedores da Sandoz que atuavam em Londrina, Apucarana, Maringá, Umuarama, Cornélio Procópio e  Cascavel. 
Fiz contato e atendi o gerente na vendas de cooperativa  no tratamento de sementes de trigo para a Cooperativa Agrícola de Cotia e a central de compras da Café do Paraná em Curitiba, também para o do tratamento de sementes de trigo, cujo plantio se iniciava no neste estado.
Iniciei o contato com as diversas filiais da "Café do Paraná" para o tratamento de café contra a ferrugem usando os produtos a base de óxido cuproso e oxicloreto de cobre, o carro chefe de vendas da Sandoz para o controle da ferrugem na época.
 Contatei a Copercotia, que possuia muitos sócios agricultores produtores de algodão e cooperativa com muitas filiais no Paraná, na época, mostrando o portfólio dos defensivos da firma.
 Visitei e assessorei a venda de produtos para tratamento de Inverno em Uva Itália, cultura em expansão entre os nisseis do norte pioneiro, e com áreas ate no município de Cascavel, vizinho da fronteira com o Paraguai, praticamente nas margens do rio Iguaçu.
Assisti entre os agricultores nisseis e alguns netos de italianos o uso de calciocianamida para "apressar"a brotação apos uma poda antecipada e uso do desfolhante EK 57, além do uso de tubos de plásticos "encapando" os brotos após a aplicação do EK, para acelerar ainda mais o florescimento e entrar no "mercado" com um mês de "antecedência para alcançar melhores preços  no mercado de São Paulo.
  Depois de dois meses prestei assessoria técnica a vendedores da Sandoz 'a vendedores de defensivos para algodão e outras culturas no noroeste de São Paulo, tendo como base a filial Araçatuba. Naquela época Araçatuba era uma produtora da malvácea, com quatro "máquinas de beneficiamento" no município.
 Fazendo "peão" no munícipio acompanhei a venda de defensivos para  algodão em Araçatuba, Santo Anástacio, Presidente Prudente, Presidente Epitácio e vendedores de  Lins, Bauru,Marilia.
Assessorei também a venda de defensivos agrícolas para a cultura de "fruta do conde" em Lins e de abacaxi em Bauru, que foi grande produtor da fruta.
 Essa prestação de serviços para uma multinacional de defensivos agrícolas (que atualmente foi absorvida nesta fase atual de consolidação de grandes empresas) foi de grande valia para a ampliação do meu conhecimento agrícola de São Paulo. Isto se deve à vivência com os agricultores, vendedores,  engenheiros agronômos, diretores de firmas, enfim,  todos ligados à agropecuária paulista e paranaense.

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Planta Projetos Agropecuários de Avaré -Taquarituba.



Funcionou em Taquarituba de 1986 e 1987 um escritório da firma de planejamento agropecuário chamado  Planta projetos agropecuários (na rua Campos Salles, próximo da Casa da Agricultura).
 Ela pertencia ao engenheiro agronômo Shynia de Avaré que também fazia projetos e avaliações agropecuárias para o Banco do Brasil. 
 A engenheira agrônoma responsável era Paula Mazuco Jorge que atendia os  agricultores que faziam financiamentos na agência do Banco do Brasil de Taquarituba.