terça-feira, 27 de março de 2012

Casa de sapê - década de 1970

Reprodução de slide. Augusti, década de 1970

Vista do telhado de sapê de uma casa na área rural de Taquarituba, SP



Cultura do algodão

Colheita manual. Acervo pessoal.

Vista de área cultivada. Acervo pessoal
Colheita de algodão da Fazenda Queimadão de Rubens Sia, safra 73/74.

Indivisas

Indivisas, 1974
Trator com carreta limpa a areia da "Prainha de Itaí" , localizada na Represa Jurumirim. Não está muito nítida, mas pode-se notar a ponte que liga Itaí-Avaré.
Todo domingo a prainha, que tornou-se pública, reunia muitos frequentadores da região a procura de sol e areia e que faziam lá seus piqueniques. 

Colheita de soja - década de 1970

 Reprodução de slide. Augusti, década de 1970


Colheita de soja - cultivar Santa Rosa - na Fazenda Serrinha de Renato Angeli, bairro Serrinha,Itaberá, safra 1974/5. Em cima da sacaria está o produtor Michio Aoki, arrendatário. Atrás notamos que há uma colheitadeira John Deere, depositando a soja a granel no caminhão para ser transportada para a indústria. 


Máquina internacional

Colheitadeira de algodão marca international, Fazenda Cerrado/Pinhal de dr.Nelson Pavan e outros

Colheita de soja

Reprodução de slide. Augusti, década de 1970


Colheita de soja e ensacamento na fazenda Serrinha de Renato Angeli, em Itaberá. 1975-976

sexta-feira, 23 de março de 2012

Aplicação de herbicida burromecanizada

Aplicação de herbicidas com a máquina tracionada por animal em cultura de algodão. Taquarituba, década de 1960

Casa de pau- a -pique


Casa de pau a pique da zona rural de Taquarituba, década de 1960

Era comum encontrarmos casas de pau- a- pique ou barrote nas propriedades rurais até a década de 1960 quando começaram a ser construídas as casas de alvenaria devido ao aumento de renda dos agricultores proporcionado pela cultura do algodão e a migração de agricultores da região de Campinas, SP.
O número de casas de pau-a-pique na zona rural era de um terço, mais um terço de casas de tábuas.

Colheita de cáqui - década de 1960

João Ando, final da década de 1960

João Ando era o irmão mais velho da família Ando. Sua família fez parte da colonização no bairro Barra Grande em Coronel Macedo. O pomar de cáqui tinha duzentos pés de cáqui ramaforte.

Preparação do futuro lago "Nicanor Camargo"

Foto cedida por Orlando Chamorro, 2009

Drenagem e limpeza da área que foi alagada para formação do lago cujo nome homenageia um ex-prefeito da década de 1960 de Taquarituba:  "Nicanor Camargo".

O lago situa-se ao lado da Avenida Mário Covas.

Sede da Secretaria Municipal de Educação de Taquarituba, SP

Foto cedida por Orlando Chamorro, 2010

Fachada do Terminal Rodoviário de Taquarituba, SP

Foto cedida por Orlando Chamorro, 2010

Foto cedida por Orlando Chamorro, 2010

Vista do Córrego Lajeado, Taquarituba, SP

Foto cedida por Orlando Chamorro, 2009.
O córrego do Lajeado que sempre foi um problema sanitário para os cidadãos foi canalizado e suas margens revitalizadas com plantio de grama e árvores nativas como pode ser notado na foto.

Vista da Avenida Mário Covas, Taquarituba

Foto cedida por Orlando Chamorro, 2010
Atualmente (2012), um das mãos de direção da Avenida Mário Covas já está asfaltada. À direita, encontra-se o córrego do Lajeado e o núcleo inicial da cidade. Ao fundo, está o bairro Santa Virgínia.

Sede provisória da Prefeitura Municipal de Taquarituba

Foto cedida por Orlando Chamorro, 2009



Localização: Avenida Coronel João Quintino

Sede antiga da Prefeitura Municipal de Taquarituba

Foto cedida por Orlando Chamorro,2010

 

Assessoria Técnica da-agrícola Secretaria da Agricultura do Estado de São Paulo


De 1966 até 2001, nos anos que trabalhei na Casa de Agricultura de Taquarituba, precisei contar com a assessoria de especialistas  do Departamento de Orientação Técnica da Secretaria de Agricultura de Campinas. Esses especialistas contribuíam com a assistência técnica participando, sempre que eram solicitados, das reuniões, encontros, cursos para agricultores.
Entre esses especialistas estavam:

- Jurandir de Andrade Fratini da seção de Cereais de inverno e girassol;

-  José Ayres Pacheco e José Francisco  Andrade, especialistas em milho;

- Sebastião Godoy Passos e Duval da Silva Costa,  especialistas em algodão;

- Dr. José Gomes da Silva, Ana Katlinova, Paulo de Araujo Cidade,   especialistas em sociologia e juventude rural; 

- Tonan Kudo, especialista em olericultura.

Essa assessoria técnica especializada foi muito importante para o desenvolvimento do meu trabalho como engenheiro agrônomo regional, pois eram trazidas novidades e técnicas novas para o aumento da produtividade da economia regional.




segunda-feira, 5 de março de 2012

Documento para registro de pagamento do Albergue Noturno de Taquarituba

O Albergue Noturno de Taquarituba atendia os viajantes e cidadãos que não tinham residência fixa. Fornecia  pouso por um dia ou mais, com café da manhã e eventuamente refeições e café noturno. O funcionamento era baseado nas normas internacionais dos albergues da juventude.  Para mantê-lo a comunidade era convocada a conribuir mensalmente, o que faziam com prazer, devido ao bom gerenciamento do mesmo. Muitos comerciantes contribuiam com alimentos e verbas. 
 O Albergue também era mantido em conjunto com os mantenedores da Casa do Espírita. 

Observações de um engenheiro agronômo regional


 1-Os estágios estudantis em agronomia realmente mudam a maneira de pensar dos estudantes de agronomia e os fazem seguir carreiras diversas na área de agronomia daquelas que planejavam ao entrar nas escolas de agronomia.

 2- O planejamento do trabalho técnico dos engenheiros agrônomos e médicos veterinários, anual ou plurianual, mostram que os Secretários  de Agricultura e seus assessores não davam continuidade ao planejamento efetuado "na linha de frente" de atendimento do agricultor, pois tinham que atender ao planejamento das pastas da Agricultura, estadual ou nacional.

3-Os problemas sanitários animais ou vegetais que apareciam foram sempre atendidos pelos técnicos, engenheiros agrônomos ou médicos veterinários e seus auxiliares em detrimento do seu planejamento de trabalho, atrapalhando o planejamento dos mesmos, mesmo existindo um órgão de atendimento técnico dos problemas (tais como a ferrugem do café, a peste suína africana, a brucelose, a cigarra do café, etc,) como o Instituto Agronômico e o Instituto Biológico. 

4- Havia sempre uma defasagem para menos entre o que alguns agricultores praticavam e as técnicas preconizadas pela extensão-pesquisa "criadas" por técnicas dos institutos de pesquisa.

5-Alguns problemas sanitários como o bicudo do algodoeiro, na década de oitenta, foram atendidos de maneira precária e com açodamento devido a falta de estudos da biologia e da velocidade de dispersão da praga, bem como dos prejuízos que seriam ocasionados pela mesma nos algodoais do Estado. Os danos foram alardeados, o perigo da praga foi supervalorizado e a cultura acabou em vários municípios. A cultura do algodão poderia ter durado mais tempo, com todas as vantagens econômicas que ela traz, se a praga fosse divulgada com mais parcimônia.

6- Doenças e pragas de culturas e de animais são tratadas como se só o Estado de São Paulo tivesse só um sistema de tratamento, método sanitário, independente da pesquisa de outros estados do Brasil.

7-Tentativas de implantação de planejamento e controle dos programas de trabalhos computadorizados no fim da década de setenta pela Secretaria da Agricultura de São Paulo, como exemplo; o Planejamento e Controle de trabalho da Dira (Diretoria Regional Agrícola) de Sorocaba, a partir do ano de 1977, que funcionava muito bem apesar dos computadores de baixa capacidade, sem interligação com outros órgãos da Coordenadoria da Assistência Técnica Integral e só não continuaram devido a política e interesses outros da Secretária da Agricultura.

Conclusão: devido a estes problemas e outros não identificados a assistência técnica e a agricultura dependem e são levados pela opinião pública e dos órgãos de divulgação pública. 
Texto publicado em Vivências na Noiva da Colina