quarta-feira, 25 de março de 2009

Taquarituba: anotações sobre a administração pública de 1956 a 1963

Após uma acirrada disputa eleitoral em 1955 foi eleito para o período de 1/1/56 a 31/12/59 novamente Antônio da Silva Rodrigues (o “Ico” do PSP) tendo como vice prefeito o comerciante e produtor rural Valdomiro Rodrigues (PSP) . Assumiram a prefeitura da cidade com apenas três ruas principais: a Rua Ataliba Leonél, a 13 de Maio e a Floriano Peixoto, que atravessavam a cidade de norte a sul, cortadas por ruas transversais, com quatro quarteirões de largura.
Em 1956, na décima legislatura houve mudança da diretoria da câmara municipal . Foram eleitos como presidente o vereador João Bortóti (PSP), vice-presidente Joaquim de Almeida (PSP), 1º Secretário Gabriel de Oliveira Bueno e 2º vice secretário Miguel Torres dos Santos.
Em 1957, na mesa 2 da 10ª legislatura foi presidente João Bortóti, Vice pres. Lourenço Custódio, 1º. Secretário Gabriel de Oliveira Bueno, 2º secretário João Perroni Gabriel. Os demais vereadores foram: Agostinho Benini, Evangelista Gabriel, Joaquim de Almeida, José Picasso Chamorro, Cyro de Campos, João Sérgio de Oliveira e Acyr de Almeida Lima.
Em 1958 a mesa 3 foi constituída por presidente José Picasso Chamorro, vice presidente: Lourenço Custódio, 1º. Secretário Miguel Torres dos Santos, 2º. Secretário: João Perroni Gabriél.
Em 1959, ainda na administração de Antonio da Silva Rodrigues, a mesa 4 ficou constituída por: Presidente João Bortóti, vice presidente: Acyr de Almeida Lima, 1º Secretário: Miguel Torres dos Santos, 2º. Secretário: Agostinho Benini.
O prefeito para dar impulso à cidade e fazê-la crescer desapropriou uma área de terras com pastagens degradadas: uma “quiçaça,” como falavam os taquaritubenses. Mandou um projeto de lei à Câmara no qual declarava esta área como de “utilidade pública” e doava os terrenos a todos os cidadãos que construíssem moradias não comerciais em um ano nesta área desapropriada como residencial.
Joaquim Gabriel (”Quinzinho”) filho do proprietário da área - Eugenio Gabriel - tentou evitar abertura das ruas desapropriadas, mas o maquinista “Brino” não o respeitou, seguindo as instruções do prefeito Antônio Rodrigues que abriu as novas ruas que deram nova dimensão à cidade.
Na Avenida 9 de julho, que depois tomou o número 485, a Prefeitura Municipal reservou uma área para o almoxarifado das máquinas e equipamentos da Prefeitura e no ano seguinte foi reservado e doado um terreno pela Prefeitura ao Centro Espírita (depois denominada Casa do Espírita) e ao Albergue Noturno que foi construído e gerenciado pela Sociedade Espírita.
Na segunda gestão do Antônio da Silva Rodrigues(PSP) que terminou em 1959, dois funcionários (que ninguém ficou sabendo quem eram) da Prefeitura Municipal ligados à contabilidade queimaram os livros de fiscais. Causaram um grande trauma para os moradores do município. Nessa gestão era tesoureiro geral da Prefeitura o taquaritubense Benedito Vaz de Campos.
Os vereadores registrados além dos diretores da Câmara e anotados foram: Dácio José Vaz Gabriel, Davi Antunes da Silva(UDN), Pedro José de Almeida, Carlos Bueno, Pedro Fogaça, Valdomiro Rodrigues (PTN); Antônio Pereira do José de Almeida , Domingos Garbelotti (PSP) e Miguel Torres(PSP).
A propósito, nessa gestão o vereador Miguel Torres apresentou um projeto de lei para que a Prefeitura Municipal fechasse com um muro de taboas a cidade inteira para fazer um quebra ventos e evitar a poeira vermelha que atazanava as donas de casa, pois sujava as roupas estendidas nos varais. Esse projeto não foi aprovado.
Na época das eleições, quando era governador do estado Carvalho Pinto (1959-1963), formou-se um diretório do Partido PDC com vinte membros, sendo (11)onze membros do PDC do Nicanor Camargo e nove(9)membros do PSP do candidato Antônio Rodrigues. Reuniram, escolheram e registraram a candidatura Nicanor Camargo a prefeito pelo PDC.
Joaquim Vaz Gabriel fez nova convocação para a convenção do PDC, sendo escolhido Nicanor Camargo, candidato pelo Partido Democrata Cristão. O juiz não registrou a candidatura de Nicanor pelo PDC fazendo com que a turma do Antonio da Silva Rodrigues registrasse a sua pelo PDC , depois perdendo-a e candidatando-se pelo PSP do político Ademar de Barros.
No último momento foi emprestado um carro para Joaquim Vaz Gabriel, filho do “Gote” Pico, interpor recurso junto ao Tribunal Regional Eleitoral, em São Paulo. Encaminhado o recurso três dias antes da eleição a demanda foi ganha pelo candidato Nicanor Camargo e seu vice Josias Gomes que se inscreveram no PTN de Jânio-Carvalho Pinto, obtendo ganho de causa. Disputaram as eleições com a coligação Partido Democrata Cristão-Partido Trabalhista Nacional e ganharam. Depois festejaram com fogos de artifício pela cidade inteira.
O “slogan” da campanha do Nicanor Camargo do PTN era “Segure este cabrito” devido ao que falavam os opositores, de que muito dinheiro corria na administração e era desperdiçado pela mesma. Do lado contrário, o PSP atacava o Nicanor Camargo(PDC-PTN-UDN) com o “slogan” veiculado por alto falantes adaptados em carros que circulavam pela cidade: Nicanor, foi comerciante, e Nada, foi guarda rodoviário e Nada, se for prefeito será Nada, inteira.
Depois de acirrada disputa eleitoral em 1959 foi eleito como prefeito Nicanor Camargo(PTN) e vice Avelino Roberto de Almeida(PTN) ligados ao “Janismo”, que governou a cidade 1º de janeiro de 1960 a 31 de dezembro de 1963. O candidato derrotado foi Antônio da Silva Rodrigues(PSP).
Nicanor Camargo da coligação venceu, pois estava ligado ao Janismo(PTN-PDC-UDN) da vassoura com grande prestígio político-eleitoral naquele momento.
Conta-se que após a eleição houve um desfile de uma vaca malhada de preto e branco, puxada por Luiz “Preto”, cunhado do vereador Indalécio Gomes, pelas principais ruas da cidade e em volta da igreja de São Roque com um cartaz: “Acabou a mansinha”, numa referência a antiga administração do Antônio Rodrigues e que foi saudada pela oposição ao Prefeito com palmas pelos cidadãos presentes nas calçadas.
Na décima primeira legislatura, na administração Nicanor Camargo(60/63), o vereador José Picasso Chamorro (PTN) foi presidente da Câmara e Pedro Ferreira Fogaça seu vice-presidente, mais os vereadores: 1º secretário Carlos Francisco Bueno, 2º. Secretário Gabriel dos Santos; Antônio Rolim dos Santos (Niquinho Rolim) (PSP), Antônio Pereira (PSP), Carlos Francisco Bueno (PTN), Domingos Garbelotti (PSP), Gabriel dos Santos, Joaquim Vaz Gabriel (PTN), José de Almeida(Zé Mineiro)(PSP), José Picasso Chamorro (PTN), Pedro Ferreira Fogaça (PTN), Waldomiro Rodrigues (PTN).
Na gestão de Nicanor Camargo(PTN)(1/1/60 a 31/12/63) foram construídos na cidade dentro do “Plano de Ação” estadual de Carvalho Pinto as obras públicas financiadas pelo IAMSPE em convênio com o Governo do Estado: Casa da Lavoura (da Agricultura), Cadeia e Delegacia de Polícia, Ginásio e Escola Julieta Trindade Evangelista, “Centro de Saúde e Puericultura”, instalação do Serviço Municipal de Águas e Esgotos em 1962 e do Abatedouro Municipal. A Prefeitura calçou com lajotas o quarteirão em volta da Igreja de São Roque com recursos próprios e o empenho do professor futuro catedrático da USP: José Barco. As calçadas das ruas principais foram feitas com pedras portuguesas de basalto pela família Vilanova de Piracicaba, SP. Em frente à Igreja Sao Roque está anotado 1963 que foi o ano de sua construção e do jardim .
Depois de eleitos Nicanor Camargo (PTN) e o presidente da Câmara, José Picasso Chamorro (PTN) foram a São Paulo comprar um caminhão tanque para irrigar as ruas empoeiradas.
Na décima segunda legislatura foi presidente Joaquim Vaz Gabriel (PSB) e mais os vereadores; Acyr de Almeida Lima (PSP), Alfredo Costa Braz(Nenzinho)(PSP), Dácio Vaz Gabriel, prof. Darcy Gomes, David Antunes da Silva(UDN), José Domingos Pereira, Josué Penna Sobrinho(filho do 1º.prefeito da cidade), Jurandyr do Espírito Santo Amaral, Paulo Gonçalves, Carlos Bueno, Sérgio Siciliano, Jayme Pereira, Adelino Plens, e Valdomiro Rodrigues (UDN). O servente da Câmara nesta época era Roberto Amaral.
Nesse ano o vereador Joaquim Vaz Gabriel (PSB) lutou pela instalação da rede semi-automática de telefones vendendo mais de cem telefones, que junto com o vereador José Picasso Chamorro(PTN) de porta em porta usando duas bicicletas. Percorreu a cidade inteira e venderam telefones suficientes para instalar a Central Telefônica com 180 telefones, na Rua Campos Salles 462, em prédio da Prefeitura.
Na época, entre 1963 e 1964, foi reformada e retificada pela Uselpa a estrada até Itaí e Avaré, devido a construção e represamento da Usina Hidroelétrica de Jurumirim. Enquanto não foi construída a estrada nova foi usada a que passava por Tejupá-Piraju, via Raposo Tavares ou pelos municípios de Fartura-Piraju, via Raposo Tavares.
Em 1963 foi inaugurado o Serviço de Encomendas da Estrada de Ferro Sorocabana, na Rua Ataliba Leonel 810, ao lado do “Lady Laura Hotel”, que funcionou até 1967/68. Nesse mesmo ano, foi criado o serviço de retransmissão da TV 4, no morro do Barreiro-Aleixo, montado pela Casa Gomes e pelo técnico de TV; Salvador Domenico Malagó, e no mesmo ano foi fundado o Lions Clube de Taquarituba (extinto em 1980), da divisão do Lions Clube de Botucatu, L12-2.

segunda-feira, 16 de março de 2009

Grupo Farias- Açúcar e Álcool

No dia 20 de junho de 2006, após contato do agricultor José Clóvis Casarin, piracicabano com o diretor presidente do grupo; Antônio Eduardo Farias, da Usina São José de Rio das Pedras, foi realizada a apresentação do Grupo para os agricultores numa reunião, na Coreata, para apresentação aos futuros plantadores de cana, quando compareceram mais de cem agricultores de Taquarituba e região.
Após a reunião, a empresa montou um escritório para contatos e contratos na Rua Ataliba Leonel 835,sobrado, e sua primeira funcionária foi Maria Donizete R.M. Casarin e engenheiro agrônomo José Eduardo Nettring.O grupo tem plantados 600.000 há. de cana de açúcar no estado de São Paulo que são fornecidas a outras usinas de açúcar e álcool do grupo. O grupo adquiriu 60 hectares de terras, no bairro Medonho, na margem direita da estrada Taquarituba-Itaberá onde será construída a usina para a produção de açúcar e álcool, e para isto em 2005/2006 já contratou quarenta e cinco trabalhadores para o plantio e início das obras

COREATA (Cooperativa Regional Agrícola de Taquarituba)

A cooperativa formalizada em 1978, com as instalações na Vila São Vicente, no ano de 2004 vendeu sua área e as instalações e comprou o terreno, os silos e armazéns da Ceagesp. A cooperativa construiu escritórios e novas instalações ao lado dos silos, para abrigar os funcionários e controlar as produções dos associados. A Coreata já teve mais de mil associados e atualmente tem ao redor de quatrocentos nos municípios de Taquarituba, Itaí, Coronel Macedo, Itaberá e outros municípios.
Foram presidentes da Coreata os associados: engenheiro agrônomo Constante Pavan Jr de 1979-85, dr. Arnon de Mello de 1986-87, Abel de Almeida de 1987-88, dr. Nelson Pavan de 1989-90, Pedro de Almeida de 1990-91, Itavico Dognani de 1992-2003 e o engenheiro agrônomo Valentim Righetto Junior de 2004 até 2006.
Em 2004, a cooperativa comprou armazéns num ramal da estrada de ferro e construiu instalações em Avaré, para vender e receber insumos e vender mercadorias de seus associados.
A Coreata (Cooperativa regional agropecuária de Taquarituba) possui um departamento de assistência técnica que assiste tecnicamente aos agricultores com três agrônomos e pecuaristas com um veterinário. Este departamento foi criado em l986 pela diretoria da qual fazia parte o cooperado Airton Ariquita. O Departamento procurava dar apoio técnico aos cooperados e realizar projetos de crédito orientado financiado pelo Banco do Brasil s.a.. Em 2005/6 tinha cinco engenheiros agrônomos e um veterinário.
O prof. economista dr. Carlos Cassarro da FGV, deu um curso em 1985/86, na sede da Cooperativa que motivou a reorganização da cooperativa. Foi um curso de Administração e Gerenciamento de Cooperativas Agrícolas realizado na Cooperativa Agropecuária de Taquarituba para gerentes e administradores de cooperativas da região de: Avaré, Itai, Paranapanema (Holanbra), Itapeva, Taquarituba, Barão de Antonina, e Itararé. Compareceram 18 administradores/gerentes de cooperativas.
A incorporação do capital, de bens dos sócios bem como o  passivo da Coreata pela Capal (Cooperativa Agroindustrial) ocorreu em 30 de Junho de 2009. Antes da incorporação pela Capal, os Armazéns e silos da Ceagesp-Taquarituba, foram adquiridos pela Coreata, por $910.000,00, que seria pago em parcelas, além de um terminal ferroviário em Avaré, pertencente a Coreata. Antes da mudança, o terreno e os bens móveis e imóveis, depósito, sala de vendas, centro administrativo, auditório, secadores da Coreata na vila São Vicente, e os outros bens foram vendidos a um firma industrial da cidade.
A Capal, após a incorporação da Coreata, nomeou como gerente Eliel Magalhães Leandro, (30/6/09) e ele informou que atende os sócios agricultores, atuando em Arapoti, Wenceslau Braz, Taquarituba, Itaí, Itaberá, Coronel Macedo, Fartura, Cerqueira César, Avaré.

A compra da Coreata pela Capal encerrou um ciclo de agricultura no município que caracterizava-se pela condução familiar de sítios, fazendas e firmas. As atividades agropecuárias foram profissionalizadas.
A sede da Capal é em Arapoti, atua em 16 municípios no Paraná e quinze municípios do sudoeste do estado de São Paulo.


COREATA - sua sede localiza-se nas margens da rodovia SP-249, entroncamento com a estrada que vai à Fartura, na entrada da cidade de Taquarituba.
CAPAL -  Rua Saladino de Castro, 1375. Apoti, Pr. Fone (43)3557-1633

segunda-feira, 9 de março de 2009

Pronto Socorro Nossa Senhora Aparecida

Situava-se na Rua Campos Sales 459 no município de Taquarituba, sendo inaugurado no ano de 1968, pelo médico Arnon Firmo de Melo, quando ainda não existia atendimento hospitalar na cidade.

O Pronto Socorro Nossa Senhora Aparecida pertencia ao doutor Arnon Firmo de Mello, foi administrada por sua esposa Elizete Gastardelli Mello. Tinha duas enfermeiras que auxiliavam no atendimento de casos de urgência, principalmente intoxicação por agrotóxicos. Na década de setenta a aplicação intensiva de agrotóxicos nas lavouras de algodão, sem a devida proteção(EPI), ocasionou muitos casos hospitalares.

Funcionou até 1986, por quatorze anos, até a inauguração do Hospital da Santa Casa.

Hospital da Santa Casa de Misericórdia

Em 19 de Janeiro de 1954 para criar o hospital foi constituída uma entidade com dez associados: José Rodrigues (Juquinha), José Leme, Adelino Gomes (Bebé), Altino Gomes, Antônio Pereira, João Gomes Neto, José Penna, Antônio Rolim dos Santos, José Pereira e Jácomo Simão.
Jácomo Simão, sóciofundador da Irmandade da Santa Casa, doou o terreno para iniciar a campanha da construção do Hospital (na Rua Floriano Peixoto) conforme Ata da fundação do Livro de atas da Santa Casa.
O primeiro provedor da Santa Casa foi José Penna, que também foi prefeito. Participou ativamente das campanhas José Picasso Chamorro, naquela época vereador, incentivando a Prefeitura Municipal a participar da Campanha.
O hospital começou a ser construído em 19 de janeiro de 1954, já com a Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Taquarituba constituída oficialmente. Após muitas campanhas angariando fundos, doados pelo povo, doação de madeiramento e telhas pelos fazendeiros na região e piracicabanos de nascimento Renato Angeli, Natálio Angeli, e pela família de taquaritubenses Gomes nos anos 70, com verbas do Estado e do município e do Lions Clube de Taquarituba.
A Santa Casa foi inaugurada em 1974, quando era mordomo Jorge Camargo. Ela foi inaugurada em 27 de Janeiro, tomando posse nessa ocasião o 2º. mordomo o comerciante Dácio Vaz Gabriel.
Foi também provedor do hospital, na década de 1970, Jorge Camargo e médico clínico dr. Cecílio Jorge Neto. Depois foi provedor Dácio Vaz Gabriel e mordomo João Luizon. Em seguida foi provedor Josué Penna Sobrinho(Juca Pena).
Uma das doações importantes recebidas no início de funcionamento da entidade foi uma mesa de operações, doada pelo taquaritubense Eurides Gomes, proprietário do Café Campino, no final dos anos setenta.
Em 1978 o provedor Jorge Camargo foi à Curitiba e trouxe para o município os médicos Dr Marcelo Roger Paiva- Clínico Geral e Obstetra, Dr Gabriel Cherubini- Clínico Geral e Obstetra e Dr Marcos Vinícius Valadão - pediatra.


Em 5 de setembro de 1984  foi construído e inaugurado o Ambulatório anexo à Santa Casa.

O Rotari Clube de Taquarituba, em conjunto com o Programa Internacional da entidade, doou em 2004 um centro cirúrgico completo à entidade.

Os diretores do Hospital a partir de 1991, de acordo com os dados disponíveis, na secretaria foram:
- de 15/2/91 a 15/2/95, o provedor foi Arnon F. Mello e tesoureiro Pedro de Almeida, mordomo Manoel Agostinho de Campos;
_ de 15/2/95 a 15/2/99, provedor Arnon Firmo de Melo, mordomo Antônio Rolim dos Santos;
_ de 14/2/99 a 15/2/2003 provedor Arnon F. de Melo, tesoureiro Darcy Gomes, mordomo A. Rolim dos Santos,
_ em 20 de Novembro de 2000, Itavico Dognani foi nomeado interventor pelo Miderson Z. Milleo, e em 27 de novembro a diretoria demitiu-se dos cargos.

No dia 6 de Dezembro de 2000 foi alterado o estatuto e no mesmo dia houve eleições para formação de uma nova diretoria, sendo eleito Antônio Batista Tenca como novo presidente no lugar de provedor e como tesoureiro Luciano de Andrade Zanforlin.
No dia 03 de dezembro de 2002, foi eleita nova diretoria com vigência até 4 de Dezembro de 2004: presidente Mario Antunes e secretário Joel Aparecido Pereira Sales.
As duas últimas diretorias implantaram o pagamento de boletos pelos sócios. Conseguiram então pagar as pendências trabalhistas, quitar o INSS atrasado dos funcionários, reformar o centro cirúrgico e a central de oxigênio. Em 2005 informatizaram o escritório de atendimento do Hospital, além de legalizar a entidade.
A diretoria da Santa Casa eleita em 2005/6 é constituída pelo: presidente Mário Antunes da Silva; vice, Olavo Eduardo Gomes; 1o. secretário Eduardo Batista Veiga Jr.; 2ª secretária Elizete Gastardelli; 1o.tesoureiro Eliézer Dias Vaz; e 2o.secretário Jorge Gobbo.
A Santa Casa recebe contribuições de 120 sócios, dos 340 cadastrados, em 2005 além de verbas eventuais dos deputados Milton Monti, Orlando Fantazini,e José Aritodemo Pinoti para custeio do Hospital.
O Hospital “Santa Casa de Taquarituba” tinha 51 funcionários sendo três administrativos em 2005, e atendeu em média 2000 pacientes no Pronto Socorro, 170 internamentos no ano, e fez em média 30 partos por mês.
Em 2005 a Cia. Luz e Força Santa Cruz, através de seu gerente doou e instalou aquecedores solares, com 16 pontos de água quente, com uma economia de 50 a 60% da conta de luz e 10 a 15% na conta de gás, tornando a administração mais segura e econômica.
Foram diretores clínicos do hospital Wilson G. Martins, Hiromi Fuzino, depois Arnon Firmo de Mello e Miderson Z.Milleo, conforme a descrição histórica da instituição.

* Agradeço à Maria A. e Cleosmarí de Fáveri  pelos comentários que me possibilitaram corrigir dados incorretos.





Cooperativa Central de Campinas

A instalação do escritório da cooperativa central de Campinas na Vila São Vicente, à Rua Joaquim Mendes 716, iniciou-se no final dos anos setenta, graças aos esforços de Nicanor Camargo e de um sócio da Cooperativa Central de Campinas, o engenheiro agrônomo João Gilberto Maia. A cooperativa comprou na Vila São Vicente uma área de 10.000 m2., abrindo um escritório para compras de algodão e revenda de insumos agropecuários e tornou-se importante regulador de preços de compra e venda de produtos agropecuários.
A transformação do escritório de revenda em cooperativa singular aconteceu graças a intervenção do então prefeito Arnon de Mello e do advogado Jayme Gomes junto ao dr. Antônio Rodrigues presidente da Femecap (Federação Meridional de Cooperativas Agrícolas de Campinas).
Após reunião em Campinas na sede da Femecap, convocou-se uma reunião no Centro Recreativo Taquaritubense, no final dos anos setenta, onde foi realizada uma assembléia de formação de Cooperativa singular.
Após reunião dos associados em 1978, a área cooperativa central de Campinas e seus bens foram transferidos aos sócios agricultores, participantes da Assembléia que fundaram a “Coreata”: Cooperativa Regional Agropecuária de Taquarituba.
A cooperativa em 2004 vendeu a área e as instalações, comprou o terreno e os silos e armazéns da Ceagesp e construiu escritórios e novas instalações para ao lado dos silos e armazéns para abrigar os funcionários e produções dos associados.
A Coreata já teve mais de mil associados e atualmente tem ao redor de quatrocentos nos municípios de Taquarituba, Itai, Coronel Macedo,Itaberá e outros municípios.
Foram presidentes da Coreata os associados: engenheiro agrônomo Constante Pavan Jr, Pedro de Almeida, dr. Nelson Pavan, Itavico Dognani. Em 2005 foi eleito como presidente o engenheiro agrônomo Valentim Righeto Junior.
A cooperativa mantém um escritório de assistência técnica, com três agrônomos e um veterinário para assistir tecnicamente aos sócios e fazer projetos técnicos para financiamentos agropecuários.

Calcário Gobbo

O desenvolvimento da agricultura foi facilitado e incentivado com a criação e fundação do Calcário Gobbo de Taguaí. Essa empresa contribuiu com a diminuição dos custos da calagem, pois antes de sua fundação, o calcário precisava vir de Piracicaba, Limeira e Tiête, onerando e dificultando a calagem e merece constar nessa história de Taquarituba.
Iniciou suas atividades em 1967, na fazenda São Vicente, localizada na divisa com Taquarituba, quando o município iniciava o plantio de algodão, que necessitava de calcário para produzir economicamente.
A visão do futuro da região de João Gobbo Sobrinho, produtor de café e morador na cidade de Taguaí, que vislumbrava no uso do calcário a solução para o aumento da produtividade, embora muitos solos da região na época ainda não precisassem usá-lo baseado nas tabelas de recomendação da calagem do Instituto Agrônomico de Campinas.
Os calcários calcítico e magnesiano, de sua mina na época, tinham restrição de uso devido ao pouco conhecimento técnico da calagem e dos calcários pela pesquisa agronômica. A previsão do João Gobbo, de que o calcário podia ser usado e funcionaria a contento foi comprovada e o seu calcário atualmente é usado, por muitos agricultores, pois atualmente a técnica de calagem evoluiu e ficou mais conhecida.
Em 1967 o produtor das Fazendas Caixa dágua e Pinhal de Taquarituba, o cirurgião dentista Nelson Pavan, do Grupo Pavan, adquiriu 300 toneladas da primeira produção da indústria recém inaugurada, possibilitando o funcionamento da mesma, dando credibilidade ao usar o calcário calcítico Gobo.
Em 1968 a cooperativa Holambra de Paranapanema adquiriu 3.500 toneladas e a indústria Gobbo atingiu a produção de quinze mil toneladas, e em 1969 não produziu mais que quinze mil toneladas, devido à crise da política agrícola.
O Plano Nacional de Calagem de 1975 possibilitou a produção e venda de 65.000 toneladas no ano.
A partir de sua fundação a indústria cede gratuitamente e periodicamente calcário para a instalação de campos de demonstração em culturas de algodão, milho e feijão de Taquarituba e Coronel Macedo.
Em 1978/79 a crise da agricultura taquaritubense causada pela quebra da safra do algodão com a lagarta rosada, fez caírem as suas vendas para 15.000 toneladas.
Em 1984/85 já produzindo e vendendo calcários do tipo dolomítico, magnesiano e calcítico, após a compra de outra mina de calcário de Itapeva e as vendas para a região de Pedrinhas Paulista e Assis, S.P. mantiveram e possibilitaram a produção em 95.000 toneladas naquele ano. Em 1995/96 na gestão do Presidente Fernando H. Cardoso as vendas e produção anuais atingiram 100 mil toneladas.
Em 1997/98 houve queda de venda e de produção causada pela baixa de preços do feijão e a doença mosaico dourado do feijoeiro, pandêmica no município e região. Em 1999 as vendas de calcário dos três tipos reagiram e atingiram cem mil toneladas.
A partir de 2001, a empresa Calcário Gobbo passou a misturar gesso oriundo das indústrias químicas nos calcários a pedido dos agricultores, para facilitar a calagem-gessagem baseados nas análises da terra e nos experimentos da pesquisa. Essa mistura aumentou a procura ano após ano, pois o aumentou a produtividade em solos que tinham acidez abaixo da superfície de aração ou de preparo de solo. Fornecendo os três tipos de calcário - dolomítico, calcítico e magnesiano - e também a mistura deles com gesso houve a ampliação da clientela agrícola no Estado de São Paulo e no Paraná, pois a empresa fica praticamente na divisa desses dois estados. O Calcário Gobbo, suas minas e suas indústrias, em 2005 pertencem ao grupo de filhos e netos descendentes de João Gobbo Sobrinho, que são: Nelson Augusto, Carlos, José Ângelo, e Carlos Augusto Seckler Gobbo.

Agroindústria Matão - Fábrica de aguardente Matão

Localiza-se no bairro Matão, a 11 quilômetros da sede da fazenda. Iniciou o plantio da cana de açúcar em 1960. Dois anos e meio depois produziu 120.000 litros de aguardente, aumentando somente os destiladores.
Pertencia inicialmente ao Afonso Castelucci, que designou seu filho Osvaldo Castelucci, recém formado engenheiro agrônomo, para gerenciá-la.
As produções e a área de cana de açúcar da fazenda Matão aumentaram progressivamente com os anos e, em 2005, produziu 6 milhões de litros de aguardente ou pinga.
Nesse mesmo ano a firma Agropecuária Matão vendeu as instalações do engenho para a Usina Londra de Itaí, mas produzirá a cana na fazenda e em terras arrendadas vizinhas para ser fornecida ao engenho, que tem por meta de dobrar a produção. Há interesse de outra firma em montar uma usina de açúcar, no município, nos próximos anos, aproveitando o plantio de cana já efetuado pelos antigos proprietários e estimular novos plantios.

Indústria de derivados de Milho Mota

Funciona desde os anos sessenta na Rua Sete de Setembro 212. Pertence à Mario Mota Filho, filho do fundador Francisco Mota. Produz e empacota derivados de milho, fubá, canjica e farinha. Industrializa milho, vende no mesmo local e em cidades vizinhas.

Indústria de Fubá e Milho Mendes

Propriedade de Venâncio Mendes, ficava na av. Cel. José de Oliveira 597. Empresa que trabalhava com milho e seus derivados produzindo fubá, quirera e outros derivados para fábricas e granjas de São Paulo e Rio de Janeiro, de 1965 a 1973. Fornecia quirera de milho para o Jockey Club de São Paulo.
Era o maior comprador da região, fazendo uma safra de 300 a 350 mil sacas por ano. Suas instalações serviram para a exposição da 7a. Festa do Milho de 1969, juntamente com os terrenos do Ginásio estadual José Penna.

Fábrica de Mandioca: Mandiomil S.A.

Em 1963/64, quando era grande a procura de mandioca, um grupo de empresários agrícolas de Limeira, instalou no bairro Lageado, saída para Tejupá, uma indústria de farinha de mandioca, sendo plantados centenas de hectares do tubérculo na região. Além disso, também compravam milho para fazer derivados que eram utilizados em suas granjas.
Logo no ano seguinte da instalação houve uma crise de preços baixos dos derivados de mandioca, o que obrigou o grupo fechar a indústria. No início da década de 1970 as instalações foram vendidas para a Algodoeira Universo que as usava como depósito de algodão em caroço. Após 1976 ficou desativada e na década de 1980 foi vendida para a firma Leilosul que realiza leilões periódicos de gado no local.

Silos e Armazéns da Cargil S. A.

Em 2004 devido à expansão da cultura da soja no município de Taquarituba e região a Cargil S. A, comprou um área do Grupo Ioshida, no Km.316, na rodovia SP.255, Taquarituba-Itaí no bairro Queimadão. Instalou lá um escritório e posto de compras de 30 toneladas, servindo como unidade de compras e de transbordo, começou a operar em 2005.

Corn Products Brasil Ltda - Refinações de Milho Brasil S. A.

Instalou-se em Taquarituba no Distrito industrial, Rua Dorival Dognani 304, implantando uma unidade de armazenamento e secagem de milho Oxi para amido ou ”maysena”, em 1983. Tinha como gerente geral Roberto Kazuo, gerente local o engenheiro agrônomo Katuichi Kinoshita, e engenheiro agrônomo André Fernando Carvalho que presta assistência técnica aos produtores. A firma Refinações de Milho Brazil S.A. arrenda o silo de Valter Rodrigues, localizado no Distrito Industrial, que possui capacidade de 16.000 ton. e tem secador. Os agricultores e a Corn”(subsidiária da Refinações de Milho Brazil) fazem contratos para produção de milho “Oxi”, ou mayzena; variedade CO 03, com produtividade média de 89 sacos por ha.,e em 2003/04 fez contratos para 3.478 há. produzindo 16.100 toneladas em 12 municípios, e em 2004/05 fez contratos de 6.254 há. em 11 municípios, e estima-se a produção em 33.000 toneladas, sendo a média estimada do milho "oxi" de 6.000 quilos pôr hectare, tendo 60% das áreas em Taquarituba, Itaí e Itaberá. Seu técnico responsável é Rogério Cristiano Hermenegildo.

Rádio amadora em Taquarituba

No início da década de trinta, José Penna trouxe para a cidade de Taquarituba o primeiro rádio “galeano” de pedra “galena”, aquele que se ouvia com fone no ouvido. Alguns cidadãos achavam que era “coisa” do demônio e se recusavam a usar o fone dizendo que era obra do demo(demônio).
José Penna - o piracicabano de São Pedro - tinha seu rádio amador de prefixo PY2MV, ou “manipulador de válvula”, que servia para resolver casos de urgência. Ele mantinha em sua casa um atendente para anotar as informações que deveriam ser divulgadas e repassadas às autoridades competentes.
O funcionamento de uma rádio profissional começou em Taquarituba, na década de oitenta, quando houve a expansão na concessão de canais de rádio para as cidades do interior do Brasil.

Fábrica de derivados da Mandioca Caribé

O grupo mineiro da Caribé de José Benedito de Carvalho iniciou em 1988 suas atividades em Taquarituba. Comprou mandioca para a fábrica matriz, de Minas Gerais e, em 1990, instalou uma indústria, de amido doce e azedo de mandioca, no bairro Lageado. Industrializa anualmente 60 toneladas de mandioca e produz 15 toneladas de amido doce e azedo por dia. A fábrica tem capacidade para moer 150 toneladas dia e produzir 40 toneladas de amido doce e azedo em 2005/6, e não o faz devido a falta de matéria prima.

Rádio Pontual FM

Rádio criada por uma sociedade de taquaritubenses e instalada em 1992 como rádio comunitária, na Av. Coronél João Quintino, 498. Em 2005 funcionava com programação normal na rua São Benedito, 497.
Seus sócios fundadores foram: Pascoale Sangiácomo, Luciano Zanforlin, Orlando Chamorro, Adauto Pinto da Fonseca, Oliveira Rodrigues. Foi autorizada a funcionar como rádio em 2.002, tem programação variada com jornais falados e músicas e programa de interêsse público.

Rádio Regional de Taquarituba

Foi inaugurada em 1985, na margem da rodovia E. Seig, Km - 320, por Pedro Francisco Rodrigues de Piraju que vendeu sua cota, logo depois da fundação, para Erso Dognani, Itavico Dognani, Paulo Ferraz, e o deputado federal Cunha Bueno. Funciona com programação variada das cinco horas até as vinte e três horas.

quarta-feira, 4 de março de 2009

Algumas informações históricas sobre a segurança pública em Taquarituba

Em 1886 foi escolhido e nomeado o primeiro delegado de Polícia do Distrito Policial João Inácio Ferraz. A sede da delegacia ficava na Praça São Roque ma esquina da Rua Campos Salles, 520.
No ano de 1936, na delegacia de Polícia que ficava na esquina da Praça São Roque 111. Nessa época, Ataliba Ferraz conhecido como “Fiico” era escrivão de Polícia.
Em 1940 foi policial o soldado conhecido como “Pinta Roxa” quando a delegacia ficava na Rua Floriano Peixoto 829, na esquina Benjamin Constant(Nessa mesma casa morou depois da saída da Delegacia o agrimensor Campacci).
Antes da década de 1950, o Posto Policial ficava na Rua Floriano Peixoto, 830. No final dos anos cinqüenta passou a funcionar na Rua Floriano Peixoto 938. Outros endereços no qual o Posto Policial funcionou foram: esquina da Praça São Roque, 184; na rua Campos Salles,481/483, atrás onde hoje está lotado o Batalhão da Força Pública,com a saída para a avenida Cel.João Quintino; e depois na Rua Floriano Peixoto 916, onde era o antiga Praça dos Expedicionários.
Em seis de janeiro de 1959, assumiram o Posto Policial da cidade o comandante e cabo José Brandino Rosa e mais três soldados. O Cabo atuava em diversas funções, pois não havia carcereiro, atendente e servente na delegacia de policia. No final dos anos oitenta aposentou-se como Tenente.
Na década de quarenta e parte dos cinqüenta os delegados de polícia eram nomeados e conhecidos como “calças curta”[1], sendo o primeiro deles o taquaritubense Pedro Rodrigues (“Juquinha), o segundo foi Trajano Gabriel; o terceiro foi Agenor de Melo; o quarto João Rodrigues e a seguir foram: Francisco Ferreira Gomes, Antônio Neves depois Joaquim “Quintino” de Almeida e, por último, Giácomo Frezatti.
Entre os anos de 1958 e 1960, foi delegado de Polícia o Dr. Rubens Liberattori, que depois foi diretor do Degran (Departamento das Delegacias Regionais de Polícia) em S.Paulo.
Em 1962 era delegado no município bel. Reginaldo Musafera e o escrivão Benedito Sales. O Fórum sede da Comarca era Itaporanga que ficava distante 70 quilômetros por estrada de terra poeirenta e quase intransitável, principalmente em época de chuvas. Em 1964, já como cabo, José Brandino Rosa foi elevado a sargento, e em 2000 aposentou-se como tenente.
A delegacia e o destacamento da Força Pública ficavam em prédios alugados na Praça São Roque até 1961. Em 1962, foi construído o prédio definitivo da delegacia e da cadeia pública, no local onde ficava o antigo cemitério da cidade (da Rua Floriano Peixoto até o barracão da empresa Manoel Rodrigues) dentro do Plano de Ação de Carvalho Pinto. Quando a cadeia antiga foi desativada, seus materiais foram vendidos para o fazendeiro Décio Sitta, que construiu uma casa nova em seu lugar e levou os materiais como grades, grilhões e janelas, para sua fazenda no bairro Serrinha que em 2005 pertence a Washington Pretel Angelis.
A Delegacia de Polícia e Cadeia Pública ficam na Rua Floriano Peixoto 938, ao lado onde era a Delegacia velha. Desde 2004, o delegado é João Luiz de Almeida, e em 2005 foi eleito vereador pelo Partido dos Trabalhadores.
Nos registros da repartição constam que os delegados da delegacia de polícia foram a partir de 1967 os bacharéis: João Vieira das Neves, Jaspe Pedroso, Haroldo Dutra Junior, José Francisco Chagas, Nicanor Alves Junior; Roberto Castilho no período de 1978 a 1980; Alcides Giroduti(1981/1983); Luiz Nagai (1983/1991); Sérgio Lemos de Oliveira(1991/1999) e João Luiz de Almeida (1999 a 2005).
No ano 2000 foi realizada uma pequena reforma do prédio principal, pela parte de traz da delegacia, a nova ligação Delegacia-Cadeia Pública( anexa).
Em 2005 foi feita nova reforma das instalações do prédio da Delegacia, e da Cadeia pública com a colaboração da Incospél, Olaria do Gino, Di Fratélli, Cacique Materiais de Construções S.A. que doaram os materiais, com mão de obra da Prefeitura Municipal, pois desde sua construção no Governo Janio Quadros-Carvalho Pinto, na década de sessenta, só teve pequenas reformas, como a do ano 2000.
Em 2009 é delegado regional de Taquarituba é o advogado dr. Sérgio Lemos de Oliveira e delegados adjuntos Fabiano R. de Amorim, Luis Cláudio Schimidt e  investigadores Celso Inai e Oscar Lopes.


[1] Os delegados nomeados politicamente eram conhecidos como delegados “calça curta”.

Infocentro - Acessa São Paulo

É um escritório de apoio ao ensino e ao turismo da Secretaria do Desenvolvimento do Turismo.
Estava localizado na Rua Ataliba Leonel 893 junto com o Banco do Povo, em convênio com a Prefeitura Municipal. Foi inaugurado em 29 de dezembro de 2004, e em 2005 funcionava na Rua Francisco Ferreira Loureiro 180. Possuia então seis microcomputadores para usuários públicos doados pela Prodesp, com acesso rápido e grátis à Internet, impressora .
Em 2005 foram atendidos quarenta usuários diários gratuitamente.
Funciona junto com outros órgãos da municipalidade, como o Banco do Povo e Secretaria do Turismo.

Biblioteca Municipal José Aparecido Castelucci

Foi criada pela Lei Municipal no.995/93 de 25/10/93, na gestão do prefeito Arnom de Mello. Iniciou suas atividades em outubro de 1993 na Rua Campos Salles, antigo Centro Telefônico, depois se mudou para a Praça Clímaco de Oliveira.

Em 2000 passou para a Coordenadoria de Educação e Cultura, na Rua São Benedito, 719. Tem um acervo de 10.990 livros e faz parte do Sistema de Bibliotecas do Estado de São Paulo, servindo de apoio para os cidadãos taquaritubenses, em especial aos estudantes das escolas do município. Marlene Aparecida Barboza Bortotti em 2005/6 era a responsável pela biblioteca.

Antes da criação da biblioteca municipal havia biblioteca escolar na escola E. E. José Penna e na E. E. Julieta. Os livros eram arrecadados na comunidade.

Na gestão do prefeito Lourenço Custódio uma biblioteca foi instalada no antigo centro telefônico municipal.

O novo prédio da biblioteca municipal foi inaugurado no dia 23 de Junho de 2000, com a presença do  arquiteto Frances L. Bloch (também autor da estátua de São Roque que está no trevo de acesso da cidade) e do deputado federal Arnaldo Madeira. Com dez mil volumes é dirigida por Marlene Aparecida Barboza D´ Bortoti. Conta com um computador Pentium, scanner, TV, e vídeo cassete.