quarta-feira, 21 de maio de 2008

Festa do Milho de 1968 - ano agrícola 1967/1968



Em março de 1966, eu, José Norival Augusti, assumi o cargo de engenheiro agrônomo regional após treinamento em Campinas por 45 dias no DATE Pré-serviço e no Cetrec (Centro de Treinamento de Campinas). A partir de então iniciei o trabalho de assistência técnica aos agricultores e incentivei a continuidade do Concurso de produtividade de Milho com a inscrição de 26 agricultores no ano agrícola de 1967/68.
Em 1968, ano agrícola 1967-68, foi realizada a 9ª Festa do Milho após a formação da Comissão Organizadora da festa e durante o desfile tradicional de produtores e suas máquinas agrícolas pelas ruas da cidade. No palanque montado em frente da Igreja Matriz de São Roque estavam presentes além do José Norival Augusti, co-promotor da Festa junto com o Prefeito Ribas F. de Oliveira e o vice Luis Ferreira Neto; os vereadores, além das autoridades convidadas, entre eles o deputado estadual Antônio Salim Curiatti; Ovídio Bastilio Tardivo (Chefe de Extensão Rural de Avaré); Valdemar Etti Araujo Fernandes (chefe do Serviço Estadual de Conservação do Solo do Departamento de Mecanização Agrícola de Avaré); Mário Amorim (chefe do Posto de Sementes de Avaré); Hydeio Aóki (eng. agro. da Ultrafértil) e  Nelson Pavan (agricultor) e Suami Castanho  (Engenheiro Agronômo do Serviço Estadual de Conservação do Solo do Departamento de Mecanização Agrícola de Avaré).
No local foram distribuídos os prêmios para os melhores produtores do ano do Concurso, doados pelas firmas comerciais e agrícolas do município, medalhas da Secretaria Estadual da Agricultura, troféus, e prêmios das empresas agropecuárias, doados para estimular o aumento da produtividade do milho. Os prêmios eram arrecadados pelo eng. agro. por meio de cartas, ofícios e visitas aos prováveis doadores.
Nesse ano agrícola o primeiro colocado no concurso, Pedro Bueno Rodrigues do Bairro do Muniz, atingiu a produtividade record estadual e brasileira de 10.040 kg/ha. O troféu "Espiga de Ouro" doado pelos comerciantes e a estátua Deusa Ceres doada pelo Banco Bradesco foram entregues definitivamente a ele, pois ele ganhou o concurso por três anos seguidos.
Após o desfile os convidados e agricultores foram ao churrasco comemorativo e à noite aconteceu o "Baile de Coroação da Rainha do Milho" no Centro Recreativo Taquaritubense na Rua Ataliba Leonel, com participação de autoridades, das concorrentes a "Rainha e Princesas" do Milho, técnicos, e políticos da região representados por deputados, prefeitos e vereadores.

Primeiras debulhadeiras volantes de milho em Taquarituba


Em 1963, foi montada a primeira “debulhadeira” de milho sobre o caminhão Ford de Joaquim de Almeida, conhecido como Joaquim Quintino, onde trabalhavam quinze homens para abastecê-la com milho colhido a mão e depositado em montes ou “bandeiras" no meio da lavoura. Em seguida o milho era debulhado e ensacado para ser comercializado no próprio local da colheita.

Depois de cinco anos começaram a aparecer no município outras debulhadeiras volatens de compradores do cereal para remeter à São Paulo.

Antes, no final da década de 1950, os italianos da família San Giacomo faziam a compra do milho nas fazendas para remeterem às granjas produtoras de ovos do Rio de Janeiro. Utilizavam para o transporte a estrada de ferro Sorocabana partindo de Itapeva para São Paulo e de lá para as granjas do Rio de Janeiro. Havia também outros compradores, os caminhoneiros autônomos.

"A política e seus truques": uso de máquinas agrícolas a custo zero

No ano de 1963, no mês que antecedeu as eleições, o engenheiro agrônomo Osvaldo Castelucci, responsável pela Casa da Lavoura, recebeu um telefonema do Gabinete do Secretário da Agricultura do Governo Ademar de Barros informando que ele receberia uma frota de caminhões e máquinas de terraplanagem do Dema(Departamento de Engenharia e Mecanização Agrícola) com equipamentos agrícolas da Secretaria para plantio de milho a custo zero para o agricultor.
Ele deveria tomar conta delas até o final da eleição, mas não deveria informar o fato a ninguém. Para evitar problemas com os agricultores, logo que recebeu as máquinas, viajou para Piracicaba, só voltando após as eleições. As máquinas desfilaram por toda a cidade fazendo grande sucesso.
No dia seguinte após as eleições as máquinas foram levadas e retiradas da Casa da Lavoura e levadas para São Paulo sob protestos dos agricultores.

quinta-feira, 15 de maio de 2008

Memórias de Castelucci sobre a realidade rural taquaritubense


O engenheiro agrônomo Osvaldo Castelucci, na época responsável pela Casa de Agricultura, realizou no ano agrícola 1963-64 o primeiro levantamento da “Realidade Rural” do município de Taquarituba. O questionário para a realização desse levantamento de informações sobre a realidade rural paulista foi elaborado pelo Dr. Salomon Schatan, funcionário do Instituto de Economia Agrícola de São Paulo.
Segundo dados extraídos desse levantamento, dentre as culturas plantadas, 33% era milho, 10% outras culturas, 10% eram pastagens e 57% de mata e terras inaproveitáveis. Além disso, pelo levantamento ele constatou que os 36% dos agricultores moravam em casas de barrote ou "pau a pique", 35% em casas de taboas e 29% em casas de alvenaria e somente cinco por cento(5%)das propriedades rurais da parte norte do município tinham eletricidade. Ficou demonstrado que nessa época havia um baixo nível de moradia na zona rural e, portanto, baixo rendimento econômico da cultura do milho e respectiva baixa renda dos agricultores.


Levantamento aerofotogramétrico


Castelucci me contou que entre 1962/63 foi efetuada a cobertura aerofotogramétrica do Estado de São Paulo pela Vasp Aerofotogramétrica. Isso possibilitava a quem tivesse interesse fazer o planejamento agrícola por ter acesso a informações sobre os recursos naturais das áreas e das culturas do município.


Efeito demonstração


Osvaldo Castelucci, em 1962, usou o calcário para corrigir parte do solo ácido em sua propriedade (a Fazenda Matão) e teve boa produtividade em milho. O produtor rural Eurico Gomes, morador numa fazenda vizinha de sua propriedade, foi motivado a usar a calagem após ver o bom resultado em área degradada da fazenda Matão.
Eurico Gomes foi um dos primeiros agricultores no município a usar o calcário devido ao "efeito demonstração", um marco na mudança da agricultura do município.
Lembra ainda que Eurico Gomes, foi o primeiro produtor rural a procurá-lo para a correção do solo massapé(podzólico) erodido em 1962/63, que produzia pouco milho hibrido ou praticamente nada (6,2 sacas por hectare) na Fazenda Serrinha.
Após análise e correção do solo com a calagem recomendada pela Casa da Lavoura, pelo eng. agro. Osvaldo Castelucci baseado na tabela do Instituto Agronômico de Campinas, com calcário dolomítico(com cálcio e magnésio), adquirido em Limeira-Piracicaba produziu no primeiro ano 8,26 sacas por hectare ou 20 sacas por alqueire; no segundo ano produziu 24,74 sacas/há e, no terceiro ano, após duas correções de calcário, 41,32 por há. ou 100 sacas por alqueire de milho. A produção impressionou ("mexeu") com os agricultores do município e o agricultor contava para todos na cidade, principalmente no Bar do "Fiico" e do "Mané Alher", onde se reuniam os agricultores seus amigos, para conversar e beber.

sexta-feira, 9 de maio de 2008

Plantio de cereais e café em Taquarituba (década de 1950-1960)


Quando cheguei em Taquarituba em 1966 ainda se plantava milho com a matraca e semeadeira traçionada por animal, pois muitos terrenos não estavam destocados. Os agricultores contavam que o início do plantio nos terrenos de suas propriedades foi muito difícil porque os tocos atrapalhavam a mecanização.
Na década de cinqüenta conta-se que os agricultores plantavam milho de paiol e criavam porcos para seu aproveitamento, pois era difícil realizar as vendas do cereal. Então o milho era usado para a criação de porcos que depois eram levados para Avaré e Piraju a pé conduzidos pelos proprietários a cavalo. Isso mostra o quanto era difícil e pouco rentável a venda do milho.
Outro exemplo desse tipo é o da produção de algodão. O plantio de algodão que tinha alta produtividade era transportado em lombo de burro para Estrada de Ferro Sorocabana no entreposto comercial em Avaré.
Antes da década de sessenta, os agricultores plantavam milho e feijão nas entrelinhas com as cavadeiras (ferramentas manuais)nas terras recém desbravadas, sendo que os mais progressistas plantavam com matracas(conhecida por xeque-xeque), ou seja, semeadeiras manuais que eram usadas devido ao terreno não que não permitia a mecanização.
Alguns agricultores plantavam arroz de sequeiro para a sua subsistência.
Na parte norte do município já começava o plantio de café bourbon e caturra pelos imigrantes italianos.

quinta-feira, 8 de maio de 2008

O pioneirismo do engenheiro agrônomo na assistência técnica

O eng. agro. Nilson Ramos Righi foi um técnico regional autêntico, que atuou de 1955 a 1956 numa ampla região (de Itaí à Fartura) e “marcou” seu trabalho instalando o primeiro cafezal com sementes da variedade Mundo Novo, do Instituto Agronômico de Campinas, plantado em nível com terraços do município de Taquarituba na propriedade de Dorival Dognani, localizada no bairro Lageado-Leite. Essa propriedade faz parte da Micro-Bacia do Ribeirão Lageado cujo limite norte é a cidade.
Nessa época esse agrônomo instalou um viveiro de café com variedades do Instituto Agronômico de Campinas para fornecer aos agricultores interessados e motivados por ele. Muitos agricultores com propriedades no bairro Aleixo, fizeram plantios de café, sendo o segundo feito na Fazenda Cerrado de Pedro de Almeida (Pedro Quintino)que estava e está situado na margem direita da rodovia estadual Taquarituba-Coronel Macedo, distante oito quilômetros e meio da cidade, em direção à Coronel Macedo.
Ele foi um pioneiro porque introduziu a variedade produtiva de café Mundo Novo no município quando todo cafezal era constituído pelas variedades caturra e bourbon. Essa variedade havia sido recém-criada pelo Instituto Agronômico.
No início do século XXI, o novo Posto de Sementes de Avaré passou a chamar-se eng. agro. Nilson Ramos Righi, em homenagem por seu trabalho e pioneirismo técnico no município de Taquarituba e região recém desbravada para a agricultura .

segunda-feira, 5 de maio de 2008

Centro Recreativo Taquaritubense: de 1945 até 2008

O Centro Recreativo Taquaritubense foi o primeiro clube social do município. Foi fundado em 1945 por um grupo de taquaritubenses que se reunia, em um bar na Rua Leonel 725, para conversar e, muitas vezes, jogar ”caixeta”. Inicialmente as reuniões do clube se davam na casa da Praça São Roque 71, onde, em 2005/6, seria instalada a Caixa Econômica Estadual(a Nossa Caixa, Nosso Banco).
Dali mudou-se para a Rua Ataliba Leonel 725, e depois para o número 749, no prédio de Francisco de Almeida, de dois andares na frente, com um salão na parte de trás, que servia para reuniões e uma sala, localizada na parte superior, onde se davam os jogos de carteado. Esse prédio seria o embrião da sede deste clube.
O movimento para criar um clube para reuniões, festas e jogos de baralho era necessário para contrabalançar a existência do outro clube, o Clube de Cima, que se chamava Associação Atlética Taquariense, cujos membros eram de outro grupo político.
O Centro Recreativo Taquariense teve seu nome mudado pela diretoria e sócios para Centro Recreativo Taquaritubense para não confundir com a Associação Atlética Taquariense, já que existia rivalidade entre os sócios destes clubes e poderia haver confusão.
José Rodrigues e Ataliba Ferraz foram os primeiros cidadãos a incentivar a formação deste clube e além deles participaram João Vaz Gabriel(”Gote Pico”), João Batista Bortóti (“Joanim” Bortóti), José Natal Bortóti, Altino Gomes ("Bebé Gomes”), Pedro de Almeida (Pedro ”Quintino”) e João de Almeida (João “Brechó”).
Nos anos seguintes de sua fundação foi construída uma sede provisória na Rua Ataliba Leonel 749, que depois foi reconstruída e permanece no local até hoje.
A construção da sede definitiva, no prédio onde antes existia a pequena loja de João Brechó, começou com a cessão do terreno em 16 de Agosto de 1945 (dia da cidade) e com o início das obras em novembro de 1945. As obras terminaram em 16 de agosto de 1946 quando foi realizado o Baile de inauguração, com a presença de várias autoridades.No dia de 16 de Agosto de 1950, festa do aniversário da cidade, promoveu-se um baile da instalação e inauguração da Energia Elétrica do município, no salão de festas do Centro Recreativo Taquaritubense, animado pela Banda Cacique de Itapeva, com a presença do Prefeito Municipal Antônio da Silva Rodrigues e senhora Celuta Rodrigues; do presidente da Câmara Municipal, Dorival Dias de Carvalho; vereadores, além de inúmeras autoridades de municípios vizinhos e do engenheiro da Companhia de força e Luz, José Mauricio.
O fato de que muitos dos eventos sociais e políticos foram, nessa época, realizados no clube demonstra a importância e o poder político e econômico desta entidade social para a cidade.
Em 1958, a dupla caipira  Alvarenga e Ranchinho apresentou-se no Centro Recreativo Taquariense para um grande público presentes no Clube. Esta apresentação foi promovida pelo CRT em parceria com a Casa Gomes.
Foi no ato da inauguração da energia elétrica no município que aproveitou-se para mudar o nome do clube para Centro Recreativo Taquaritubense.No ano de 1969, a diretoria do clube foi presidida pelo bel. Hélio Lara Bueno, que, junto com a diretoria, inclusive o entusiasmado prof. Guido Dias de Almeida, iniciou a venda de títulos patrimoniais para a construção da piscina e reforma do clube. O salão de festas e a piscina foram inaugurados em dezenove de Outubro de 1969.
A gestão seguinte (1969/70), do empresário Eurides Gomes, teve como diretor social o Bel. Adv. Hélio Lara Bueno, que juntos fizeram um projeto de construção de sede social, sendo o prof. Guido Dias de Almeida o diretor das construções.Nesse período, a sala de jogos de baralho, que funcionava no salão no piso superior da entrada do clube ainda de construção antiga, era palco de grandes jogadas de “caixeta” e de outros jogos carteados , em que participavam o médico dr. Wilson Gonçalves Martins, Pedro de Almeida, Joaquim de Almeida, Dr.Assum de Avaré, Valdomiro “Milã” Rodrigues, bel.Hélio Lara Bueno, bel. José Benedito Rodrigues e farturenses, servindo para manter o clube com os “baratos”, do jogo.
Na gestão do presidente Eurides Gomes(1969/70) houve projeções mensais de filmes para os sócios, promovido pelo seu presidente, que adquiriu uma máquina de projeção às suas próprias expensas e alugava filmes por sua conta em São Paulo. Fez isso durante um ano para que os associados tivessem mais vida social e lazer.
O presidente seguinte, da gestão 1970/71, o bel. Adv.Jayme Gomes, ajudado pelo empresário Eurides Gomes, terminou a construção do salão de bailes.
Em 1982, tendo como presidente bel. José Benedito Rodrigues e como diretor Pedro de Almeida, foi derrubada a frente do clube, onde funcionavam as salas de jogos. Foi construída uma nova sede, com salão e sala de reuniões. Entre 1987 e 1990, na gestão do presidente Sebastião Lino Rodrigues, foi feita a expansão do salão de baile, um vestiário para a piscina, e uma sauna anexa ao salão de bailes e festas .Em Novembro de 1998, na gestão do presidente Luiz “Bi” Gabriel dos Santos, o clube adquiriu do Banco do Brasil S.A. uma chácara à margem da represa Jurumirim, e transformou-a em uma sede de campo, com piscina e salão, com uma área para “camping” e festas dos sócios.
Os diretores presidentes do clube foram:
- José Rodrigues de Almeida de 1947 a 1948;
- prefeito Antônio da Silva Rodrigues de 1949 a 1952;
- João Bortoti de 1953 a 1958;
- Pedro “Quintino” de Almeida de 1959 a 1966;
- bel. Hélio de Lara Bueno de 1967 a 1968;
- Eurides Gomes de 1969 a 1970;
- bel. José Benedito Rodrigues de 1971 a 1973, 1981 a 1982 e de 1985 a 1986;
- Sebastião Lino Rodrigues de 1974 a 1975;
- Dácio José Vaz Gabriel de 1976 a 1980;
- bel.Jayme Gomes de 1983 a 1984;
- Sebastião Lino Rodrigues de 1987 a 1990;
- João Quirino da Silva Neto de 1991 a 1992;
- Flávio Rolim dos Santos, 1993 a 1994 e de 2003/2004;
- Mario Gabriel Filho, de 1995 a 1996;
- Gino San Giácomo (Filho), de 1997 a 1998;
- Luiz Gabriel dos Santos ”Bi”, de 1999 a 2002,
- Pedro Braz Alves, de 2005 a 2006.
-Rubens César B. de Lima, de 2007 a 2008.
A seguir apresento informações sobre as diretorias de 2005-2006 e 2007-2008.

A diretoria eleita de 2005/6 foi assim constituída:

Presidente: Pedro Braz Alves,
1ºVice: Ademilson A.Albuquerque,
2ºVice: Julio César Alves,
Secretário: Odair José dos Santos,
1º secretário: Sandro Gleison S.Simões,
2º Secretário: Ademir de Almeida,
Tesoureiro geral: Josimar Alvarez,
1º Tesoureiro: Terezinha Zambon,
2º Tesoureiro: Ney Fernando Péchio,
Diretor patrimonial: João Carlos Bortóti,
Diretor social: Manoel Agostinho de Campos Junior, Diretor de esportes: Clorivaldo Aparecido Leite, Orador: Rogério Fernando Vidal.
Conselheiros fiscais; José Ângelo Bergamo, Josimar Caetano de Campos, e Roberto Fernandes Filho,
Suplentes do conselho fiscal: Antonio Renato Giansante, Reinaldo Virgilio Righeto, e Adail Aparecido Oliveira.

Em 2006 foi eleita a nova diretoria para o biênio 2007/8 que ficou assim constituída:

Presidente Rubens César B. de Lima;
Vice-presidente: Odair José dos Santos,
2º.vice pres.:Julio César Alves,
Secretário geral: José Francisco Romano, 1º.secretário:José Clóvis Gabriel Silva,
2º. Secretário: Júlio César Rodrigues,
Tesoureiro geral: Pedro Braz Alves,
1º. Tesoureiro: Josemar Alves,
2º. Tesoureiro:Antônio Marques Fernandes,
Diretor de Patrimônio: João Carlos Bortóti,
Diretor social: Cloriovaldo Aparecido Leite,
Diretor de esportes: Carlos Augusto Pedroso,
Orador: Rogério Fernando Vidal,
Conselheiros Fiscais: João Manoel Gonçalves,Josimar Caetano Campos, e Roberto Antônio Fernandes Filho Suplentes: Norival Augusti Junior, Antônio Renato Giansante e Adail Aparecido de Oliveira