quarta-feira, 30 de abril de 2008

Sobre a instalação da sede própria da Casa da Lavoura de Taquarituba

A Casa da Lavoura foi uma construção padrão do "Plano de Ação” do Governo Carvalho Pinto e continha:
- uma sala para o engenheiro agrônomo e auxiliar técnico,
- uma sala para escriturário,
- uma sala para o veterinário e auxiliar,
- uma sala para a administração/vendas de sementes,
- uma sala para reuniões técnicas,
- um depósito para 500 sacos de sementes,
- garagem,
- uma pequena sala com sanitários.

A Casa da Lavoura foi uma construção padrão do Estado no Governo Carvalho Pinto e tinha: 1 sala para o engenheiro agrônomo e auxiliar técnico, uma sala do escriturário, uma sala para o veterinário e auxiliar técnico, uma sala para a administração/vendas de sementes e uma sala para reuniões técnicas. No terreno tinha também um depósito para 500 sacos de sementes, uma garagem, e um pequeno depósito-sala com sanitários. O terreno onde foi construída a Casa da Lavoura foi doado ao Estado pela Prefeitura municipal e a construção foi financiada por 30 anos pelo IPESP.
A inauguração do prédio próprio da Casa da Lavoura, na Av. Nove de Julho 226, no em 15 agosto foi realizada em 1960 pelo engenheiro agrônomo José Carlos Rosa e pelo chefe de Divisão Agrícola e chefe do Posto de Sementes de Avaré eng. agro. Ovídio Bastilio Tardivo (que depois foi Chefe de Divisão Agrícola) e o delegado agrícola engenheiro agrônomo Charles Michel Hawthorne e José Carlos Rosa que atuou, de 1960 a 1963, como agrônomo regional da Casa da Lavoura de Taquarituba.
Na década de 1970, quando era secretário da agricultura Dr. Herbert Levy, ela passou a ser denominada Casa da Agricultura.
Após 1979, a repartição contou com um novo depósito para sementes, para atender a demanda maior de sementes de algodão(que em 1980 foram vendidos 6.500 sacos de 30kg) e mais 3500 sacos de sementes de feijoeiro.
Durante o período de trabalho na Casa da Agricultura fui contatado por diversos institutos de pesquisa escolas de agronomia, órgãos de pesquisa-extensão rural, firmas particulares para montar campos de pesquisa (experimentação, observação e demonstração). A partir desses contatos fiz parceria com agricultores para montar esses de campos para dar o necessário suporte técnico e bases para a demonstração de resultados das técnicas e ações agronômico-pecuárias.
Em resumo foram montados: 31 campos de experimentação de cultivares de feijoeiro, 16 campos de demonstração de controle de pragas, 4 de experimentação de cultivares de algodão, 12 campos de observação de defensivos na cultura do algodoeiro, um campo de observação de grão de bico(em Coronel Macedo) e um de lentilha, um campo de observação de cultivares de café resistente à ferrugem (ano agrícola 1974-75), um campo de observação no controle da formiga saúva com mirex, venda de 820 kg (fracionada aos quilos) de Mirex G. (1972) na Casa da Agricultura (para o Dema-Caic), um campo de demonstração de Crotalária para papél(Souza Cruz), 3 campos de demonstração de soja perene(68/69) . Além desses campos oficiais foram montados campos de observação-demostração para o lançamento de vários defensivos como o Azodrin e Nuvacron, do Fundex e Galecron, do Benlate e Cercobin-Cerconil, Mirex, Temik(para controle de nematóide em feijoeiro) e Solvirex para bicho mineiro do café. A ação conjunta da pesquisa-experimentação-extensão rural resultou em mudanças sociais, tecnológicas e estruturais no município e na região (Itaí, Paranapanema, Coronel Macedo etc.) pela ação conjunta dos extensionistas-fomentistas.Estas mudanças foram de casa de "pau a pique" para casas de alvenaria, de lampião de querosene para luz elétrica, de preparo da terra por animais para aração, gradeação e plantio para tratores e máquinas agrícolas tratorizadas, de colheitas manuais para colheita mecânica, enfim passou-se de agricultura colonial para agricultura moderna usando-se o tripé pesquisa-experimentração-extensão rural, numa região dominada por pequenas e médias propriedades.

sexta-feira, 25 de abril de 2008

O maior comprador de milho da região de Taquarituba na década de 1960

No início da década de 1960 a cultura do milho era realizada em terra sem arar e sem destoca com plantadeira manual chamada de “catraca ou matraca”, com plantio com 2 a 3 sementes de milho híbrido por cova.
Nesse período o maior comprador de milho foi Ribas Ferreira de Oliveira, que tinha um depósito na Av. Ataliba Leonel, na esquina ao lado do Grupo Escolar ”Julieta Trindade Evangelista”. Ele comprava praticamente toda a safra do município e região que atingia 350 mil a 380 mil sacas para a “Drurys”, fabricante de “uísque”, de Sorocaba e vendia também na “bolsinha” (localizada perto do mercado municipal) de São Paulo.
As equipes dos compradores de milho do Ribas tinham caminhões com trabalhadores que operavam “debulhadeiras” instaladas em cima de caminhões (de marca Chevrolet e Ford) que se deslocavam aos sítios e fazendas para beneficiar e ensacar o milho comprado pelo seu irmão "Anjinho". Além disso, "caminhoneiros" compravam milho ensacado direto de produtores para negociar na "bolsinha" de cereais de São Paulo.

quinta-feira, 24 de abril de 2008

Do processo histórico de constituição de Taquarituba


Em 1966 comecei a trabalhar na "Casa da Lavoura", atual Casa da Agricultura, como engenheiro agrônomo regional e para organizar o plano de trabalho levantei informações gerais sobre o município. Foram 35 anos de trabalho dedicado à agropecuária regional e ao me aposentar passei a realizar o sonho de escrever sobre a história do município, ressaltando aspectos da agricultura local. Desde então tenho consultado taquaritubenses, documentos oficiais e não oficiais e, é claro, busco relembrar dos fatos por mim vividos.


Itaporanga, antiga vila São João Batista de Rio Verde foi elevada à categoria de Comarca em 22 de Janeiro de 1873. Dezesseis anos depois, em 22 de junho de 1889, o presidente (assim era denominado o governador) da Província de São Paulo, Fernando Prestes de Albuquerque, deu-lhe o nome de Itaporanga, tendo entre seus distritos, o de Taquary que foi criado neste mesmo ano.
O distrito de Taquary, que deu origem à Taquarituba, nasceu depois que Francisco Ferreira Loureiro, casado com Gabriela Ferreira Loureiro e vindo de Itapeva através do bairro Medonho, adquiriu uma gleba pertencente à Comarca de Itaporanga.

Após a compra dessa gleba, localizada às margens do Ribeirão do Lageado e que ia até as margens do ribeirão Taquary, Francisco F. Loureiro fez benfeitorias na Fazenda, e construiu uma capela na margem esquerda do rio.
Em 16 de Agosto de 1886, nessa capela, mandou rezar uma missa em louvor a São Roque marco inicial de "Formiguinhas do Taquary". Após a missa inaugural da Capela de São Roque, Loureiro doou a área ao seu redor para a criação do povoado à Mitra Diocesana de Sorocaba, mas não fez o registro da doação oficial na Mitra Diocesana. Segundo a legislação sobre a propriedade no Brasil dessa época, o único documento que referendava a posse era a Declaração de Posse de Glebas de Terra, escriturada em livros existentes em paróquias. Escriturada pelo próprio vigário, era assinada pelo interessado ou seu procurador e por algumas testemunhas. Era o "Registro Paroquial" ou "Registro do Vigário".
Mas mesmo não sendo documentada a doação oficialmente, foi criado em 10 de outubro de 1886 o distrito policial dessa Vila, sendo nomeado o primeiro delegado João Inácio Ferraz. (O "Eco" Ilustrado, Taquarituba, outubro de 1971, n°1, Ano 1)

Nesse mesmo ano de 1886, foi criado o cemitério municipal, da Rua Floriano Peixoto, n° 938, esquina com a Rua Quintino Bocaiúva, estendendo-se até onde ficava, em 2005, o Posto ou Centro de Secretaria do Estado da Saúde e a Delegacia de Polícia.
Conforme a Lei Estadual no. 461 de 1º de dezembro de 1896, o povoado subordinado ao município de Itaporanga e situado às margens do ribeirão do Lageado foi elevado à condição de distrito de Paz de São Roque do Taquary, abrangendo a área limitada pelas margens do ribeirão do Lageado até o rio Taquari. Essa gleba pertencia à vila de São João Batista do Rio Verde, atual Itaporanga.

Posteriormente, foi o filho do fundador, Cel. Francisco Antonio (Oliveira) Pedroso (o tenente coronel “Chico Pedroso”, casado com Emigdia de Moraes Pedroso) quem legalizou a gleba, registrando para o Bispado de Botucatu toda área do Patrimônio de Formiguinhas do Taquary. A doação da gleba teve a ajuda do “rábula” Vicente Russo, da Comarca de Itaporanga. O casal Pedroso teve duas filhas: Ricardina Ferreira Loureiro Gomes e Maria Teodoro Loureiro, que teve entre seus descendentes cidadãos proeminentes com o Dr. Arnaldo de Moraes Pedroso e Alexandrino de Moraes Pedroso, ambos médicos em São Paulo e fundadores do Hospital das Clínicas.

Pela lei estadual n° 975, de 20 de dezembro de 1905, São Roque do Taquary passou a se chamar Taquary, depois Taquari. Um ano depois, pela Lei estadual 1038, de 19 de dezembro de 1906, tornou-se cidade. Na divisão administrativa do Brasil de 1911 Taquari era distrito do município de Itaporanga. Somente em 24 de dezembro de 1925 pela Lei estadual n° 2997 Taquari foi desmembrado de Itaporanga (na época foi Governador do Estado de São Paulo Carlos de Campos) e elevado à categoria de município, sendo instalado em 14 de Março de 1926.

A Câmara Municipal de Taquarituba foi instalada em 14 de Março de 1926 e na sessão de instalação pela Câmara municipal constituída pelos vereadores: presidente Ricardo Maraia, vice Manoel Joaquim de Almeida, e vereadores José Penna(que antes da sessão era presidente), Pedro Nunes de Almeida, Gabriel Mendes, João da Silva Pinto, e Ozório Ferreira Gomes tendo como secretário da Câmara Municipal, Lauro Rodrigues ou Gote, filho de Joaquim Rodrigues (“O Mestre”).

Em 1933, segundo as regras da Divisão Administrativa de São Paulo o município de Taquari é constituído como distrito sede, vigorando essa situação administrativa de 1939 a 1943.

Onze anos depois, pelo decreto lei estadual de nº.14.334, de 30 de Novembro de 1944, sancionado pelo interventor Ademar de Barros, o município de Taquari passou a chamar-se Taquarituba.

São essas algumas das informações histórico-administrativas das quais dispomos. Caso você possua informações complementares ou divergentes entre em contato conosco.

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Sobre o concurso "O melhor produtor de milho de Taquarituba"


Esse post é uma homenagem ao engenheiro agrônomo José Carlos Rosa, nascido em Tietê e formado na ESALQ em 1963, que em nosso entender foi um pioneiro no uso do concurso como estratégia para aumentar a produtividade do milho em São Paulo.

Em 1960 o engenheiro agrônomo José Carlos Rosa instituiu em Taquarituba, para estimular a produtividade de milho, um Concurso de Produtividade de Milho denominado "O melhor produtor de milho de Taquarituba". Este foi o primeiro concurso instituído nesses moldes no Estado de São Paulo.
A média de produtividade do milho nessa época não ultrapassava 40-50 sacas por hectare em média, embora a maior parte do solo do município fosse de terra roxa e terra roxa misturada, de ótima e boa fertilidade.
Rosa foi para São Paulo, no Liceu de Artes e Ofícios, onde criou e produziu um troféu no formato de uma espiga de milho em tamanho real, banhada a Ouro 18 quilates, para premiar o vencedor deste concurso.
O comércio local contribuiu com as despesas para a confecção da estátua, desde os gastos com o transporte de trem, pela Estrada de Ferro Sorocabana de Avaré até São Paulo.
A estátua de milho de Ouro era transitória, pois ficava por três anos com o produtor que ganhava o primeiro lugar, em anos seguidos ou cinco anos alternados.
Além desse troféu, o Banco Brasileiro de Descontos S.A. doou uma estátua da “Deusa Ceres” de 60 cm de altura em bronze, transitório igual a Espiga de Ouro, para premiarem o produtor campeão do Concurso de Produtividade de Milho”.
Os membros da comissão do concurso eram escolhidos anualmente pelo engenheiro agrônomo e prefeito municipal. Essa comissão era responsável por fiscalizar a colheita e organizar a Festa do concurso.
Para participar do concurso, no início do ano agrícola o produtor preenchia uma ficha de inscrição na Casa da Lavoura de Taquarituba. As informações referentes à produção do milho desde seu plantio até a colheita eram anotadas num livro próprio do Concurso. A colheita era fiscalizada por de três pessoas nomeadas pela comissão do concurso. Após a colheita a comissão analisava os dados e divulgava para a comunidade os vencedores do concurso (1º, 2º e 3º lugares). Após a divulgação era realizada a festa do milho para a entrega dos troféus e prêmios doados pelas empresas e comunidade. Á noite era realizado o baile de coroação da rainha do milho que havia sido escolhida num concurso em paralelo. É notável relatar que os primeiros colocados desse concurso platavam o milho híbrido - HMD 6999 e 6999B - da Secretaria de Agricultura de São Paulo embora já existissem as primeiras marcas comerciais de milho híbrido.
O concurso “O Melhor Produtor de Milho de Taquarituba” teve 14 edições, de 1960-1961 até 1974-75 e apresentou produtividades que atingiram até 166,80 sacos por hectare(10000,8 kg por hectare), recorde nacional no ano de 1967-68, sendo inédito em São Paulo, incentivando a produtividade e o uso de técnicas modernas.
Se você tiver alguma informação, documento ou fotografia sobre esse concurso ou outros relacionados ao milho, por favor, envie para mim.

quinta-feira, 17 de abril de 2008

Agricultura em Taquarituba entre as décadas de 1940 e 1960 - Parte 1

A agricultura é minha paixão e sempre foi e é a principal atividade econômica de Taquarituba.
Entre as décadas de 1940 e 1960 o município foi grande produtor de milho aliado a produção de suínos tipo “banha” que eram tratados com a produção desse cereal e também com a sobra da colheita manual que ficava nas áreas de plantio. Como atividade subsidiária o município chegou a ter um rebanho de dez mil suínos nos anos sessenta, com três compradores-atacadistas (um deles foi o ex-prefeito municipal Luiz Ferreira Neto).
A região onde estava localizado o município de Taquarituba era produtora desse tipo de porco e na década de sessenta no município vizinho -Fartura - alguns produtores tentaram industrializar os suínos e construíram um abatedouro de porcos que funcionou por pouco tempo por dificuldade de gerenciamento e capital. Isso mostrava que a região dependia da produção de milho e suínos.
Interessante notar que antes da década de 1950, o município e região (Paranapanema, Avaré, Cerqueira César, Fartura, Itaí, etc) tiveram grandes áreas de plantio de algodão, cultura que foi introduzida pelos imigrantes japoneses.
Avaré, nessa época a maior cidade da região com estrada de ferro, tinha quatro máquinas de beneficiar algodão, movimentando e atraindo todo o comércio regional da fibra, com transporte feito em lombo de burros e carroções.
A cultura de algodão desapareceu no final dos anos cinquenta devido ao ataque de pulgões, que disseminavam o mosaico e devido ao método de controle difícil e perigoso utilizado na época(usava-se arseniáto de chumbo e verde Paris). Desaparecendo a cultura do algodão, ampliou-se o cultivo do milho e junto com ele a criação de porcos, que foram as duas principais atividades agrícolas das décadas seguintes como já mencionado. Também se desenvolveu, nessa época, como atividade subsidiária o plantio de feijão das secas(fevereiro) nas entrelinhas do milho.
A modernização da agricultura em Taquarituba, entendemos, começou com a instalação de um depósito de sementes de milho híbrido em 1950 (na Praça São Roque, número 180, esquina com a Rua Campos Salles) a pedido do prefeito municipal (Antônio da Silva Rodrigues), ao Chefe do Posto de Sementes de Avaré e chefe da Extensão Agrícola (eng. agro. Ovídio Bastilio Tardivo) e ao delegado agrícola (Charles Michel Hawthorne).
José Gonçalves, nesse ano, foi nomeado como encarregado de vendas do Posto pelo prefeito de Taquarituba para vender as sementes de milho que eram as mais procuradas e usadas na região. Depois a chefia estadual de Extensão Rural o nomeou como escriturário.
Nos anos sessenta foi nomeado como chefe do Posto de Sementes o engenheiro agrônomo Mário Amorim, que continuou fornecendo sementes de várias espécies, de algodão a leguminosas forrageiras, para Taquarituba e municípios vizinhos na época.
No final da década de 60 com a transferência de Mário Amorim para Sorocaba assumiu o Posto de Sementes o engenheiro agrônomo Rodolfo Keller.
Ainda há muito o que relatar...e nas próximas postagens continuarei a tratar da agricultura no município de Taquarituba.

terça-feira, 15 de abril de 2008

Taquarituba: um município do interior do Estado de São Paulo




O município de Taquarituba foi criado em 24 de dezembro de 1925, pertence à micro- região de Itapeva e meso-região de Itapetininga e está localizado na região sudoeste do Estado de São Paulo. Possui uma área de 452,0 km2, distante 370 quilômetros da capital, tendo uma altitude de 618m na sede.
Recebeu o nome de Taquarituba porque Taquari ou Taquary, como era conhecido desde sua fundação como vila, já era nome de um município do Rio Grande do Sul, inclusive com um rio com o mesmo nome nas suas divisas, além de adequar-se a particularidade de ter em abundância um bambu fino ( taquari ou “taquara”) encontrado nas margens do rio Taquari onde se encontra taquara em abundância. O nome do município revelava a característica do local, onde ainda encontra-se o bambu fino nas margens do rio Taquari.
O município faz divisa, ao norte com os municípios de Taguaí e Tejupá, ao sul com Coronel Macedo; a oeste com Itaporanga e a leste com Itaí.Localiza-se na latitude sul 23º31’53’’e longitude 49º14’41’oeste, com altitude da sede de 618 metros e a altitude média do município de 652 metros. No ano 2005, segundo dados da Fundação SEADE-IBGE, a densidade demográfica era de 52,02 habitantes por quilômetro quadrado com população total de 24.140 habitantes.
Foi nesse município que trabalhei, como engenheiro agrônomo na Casa da Agricultura, da década de 1960 até 2003.
(Fonte: Perfil municipal. Taquarituba. Disponível em: www.seade.gov.br/produtos/perfil/perfil.php., acesso em 14/02/2006 )